quarta-feira, 13 de junho de 2018

Hoje quando chegaste ao pé de mim despertaste uma sensação que antes nunca tinhas despertado: Borboletas. 


sábado, 9 de junho de 2018

Tento ser mais serena e acordar todos os dias com o pensamento positivo.
Tento todos os dias pensar que tudo tomará um rumo e encontrará o seu caminho.
Depois há dias como o de hoje, em que penso que nunca nada irá dar certo, dias em que parece que quando vou finalmente dar um passo em frente, a vide de alguma forma arranja maneira de me puxar dois passos para trás.
Calma. Respira. O que tiver de ser, será.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Fico cada vez mais confusa a cada dia que passa. É tão difícil. Porque é que tem de ser tão difícil??

sábado, 2 de junho de 2018

Temos apenas mais um mês. Mais um mês e depois todos os dias vão ser como o de hoje. Sem sabermos um do outro, sem falarmos um com outro, sem nos vermos.
Esta semana não te vi. Mas daqui a um mês será assim todos os dias por tempo indefinido.
Pensei que tínhamos ultrapassado barreiras, mas afinal não.

sábado, 19 de maio de 2018

insónia

01h45 da manhã. Não consigo parar de pensar em ti. E nos possíveis sentimentos que posso estar a desenvolver por ti. Estou confusa, não sei se isto pode evoluir para alguma coisa mas sinceramente não quero pensar nisso, pelo menos agora não. Para já quero aproveitar tardes como a de hoje, em que te posso ouvir durante horas a falar.
Mais um dia, e mais uma vez cheguei à biblioteca à hora do costume. Tu estavas sentado cá fora com um amigo, fui ter contigo, cumprimentei-te, fui buscar um café e regressei para junto de ti.
Ias ter aulas às 14h, mas a tua vontade de ir à aula era aproximadamente zero. Como te percebo.
Acabaste por decidir que não ias à aula, o teu amigo foi-se embora. Ficamos só os dois. Durante toda a tarde, a conversar.
Falamos daquilo que mais gostamos de falar, filmes e séries. Contaste-me as coisas que viste nas tuas viagens. Recomendaste-me sítios para visitar. Músicas para ouvir, comida para provar. Ficaste feliz quando te disse que já tinha visto os filmes que me tinhas pedido muito para ver. Obrigado por me dares a conhecer coisas tão bonitas. E a mais bonita de todas, claro, tu.
Entretanto chegaram os teus amigos e foi divertido. Rimos. Choraste de rir. Que bom.
Neste momento estou em plena insónia. E não paro de pensar nestes últimos momentos que temos passado juntos. Não consigo parar de pensar em ti.
Sinto-me tão bem quando estou contigo, mas ao mesmo tempo sinto-me tão nervosa, tenho sempre medo de dizer alguma parvoíce, alguma coisa que não faça sentido, porque o meu cérebro quando estou contigo simplesmente deixa de funcionar bem e isso preocupa-me. Porque sinceramente não sei como o meu cérebro está a interpretar esta situação toda. Se calhar isto visto de fora é só uma amizade a nascer, mas aqui para nós, o meu cérebro está a querer interpretar isto de outra forma.
Eu disse cérebro? Desculpem. Coração. Neste momento o cérebro já não existe, nem processa.
O coração já lhe tomou o lugar e todos nós sabemos que o coração é fraco e pouco inteligente.
"Não vás outra vez contra a parede." - Digo repetidamente para mim mesma. Vezes e vezes sem conta. Será que o coração está a ouvir as minhas preces?

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Primeiras vezes para tudo.

Foi a primeira vez que senti que realmente querias passar uns minutos comigo. Nem que fossem apenas 5 escassos minutos. Foi a primeira vez que tive impressão que não fugiste de mim, e fizeste um esforço para ficares.
Estava a chegar à biblioteca, e que timing perfeito, tu estavas a sair. Ias ter aulas daqui a 15 minutos.
Que timing fantástico. Cruzamo-nos à porta da biblioteca, cumprimentei-te e atirei para o ar
- "Tu a sair e eu a chegar" sem nunca contar com o que ia ouvir a seguir:
- "Só tenho aulas daqui a 15 minutos, se quiseres podemos ficar aqui um bocadinho."
Juro que demorei a processar esta frase na minha cabeça. Espero que não tenhas percebido, mas fiquei completamente atónita. Há duas semanas atrás, terias-me cumprimentado e seguido a tua vida.
Hoje para além do que me disseste, e depois de alguns minutos de conversa, ainda dizes:
- "Queres ir tomar um café?"
Mais uns segundos para processar esta pergunta. O quê?? O quê??
Tomamos o café e depois seguiste para as tuas aulas e eu para a biblioteca.
Vinha com intenções de estudar, mas já passou 1h e não me consigo concentrar e não consigo parar de pensar neste momento.
Deixem-me sonhar, só um bocadinho. Afinal sonhar nunca fez mal a ninguém.

sábado, 21 de abril de 2018

baby steps

As coisas mudam assim de repente, de um dia para o outro sem nos apercebermos muito bem como aconteceram.
Se há uns dias atrás andava a tentar esbarrar contra ti forçadamente e nunca te conseguia ver ou estar contigo esta ultima semana compensou por todos esses dias de desencontros.
Estive contigo quase todos os dias, infelizmente sinto que foi devido à situação do momento: Estarmos ambos no mesmo mestrado e por acaso termos um exame a aproximar-se.
Ainda te sinto pouco receptivo e distante. Ainda sinto que há um muro de Berlim entre nós. Felizmente, o meu sentido de humor quando estou contigo muda e pelo menos consigo fazer-te rir. Isso já é bom.
É bom perceber que afinal temos mais coisas em comum do que achava. Já me sinto à vontade para me meter contigo, fazer piadas com algumas coisas que dizes ou fazes.
Ontem reparaste que estávamos a ouvir o mesmo álbum de musica e ficaste entusiasmado, e isso é bom certo? Já dizia o Rui Veloso "Não se ama alguém que não houve a mesma canção"
Baby steps, baby steps.
Estou cada vez mais próxima dos teus amigos e isso é mais uma coisa boa que trouxeste à minha vida, porque felizmente deste-me a oportunidade de os conhecer e de perceber que são super divertidos e que consigo passar bons momentos com eles.
Derreto-me cada vez que olho para ti e sorris. tenho a forte sensação que estás a anos-luz de perceberes que estou caídinha por ti. Não faz mal. Por enquanto bastam-me os nossos dias na biblioteca e as nossas pausas para cafés.
Fez ontem uma semana que me desiludiste a sério pela primeira vez.  Foi a primeira vez que pensei menos de ti. Foi a primeira que me fizeste ter vontade de desabar. E ainda hoje não entendo o porquê.
Estava sentada no bar da faculdade a beber um café, e entretida no meus pensamentos enquanto deambulava pelas redes sociais.
Entretanto pareceu-me ouvir a tua voz, olhei em redor e ali estavas tu. Estavas ao balcão do bar a pedir um café, estavas de costas, mas para entrares no bar tinhas de me ter visto, já que eu estava sentada numa mesa sozinha, bem no centro do espaço.
 Reparei que estavas com um colega de turma que não conheço.
Descansei porque pensei que depois de seres atendido irias pelo menos dirigir-te à minha mesa nem que fosse para dizer olá. Não o fizeste.
Não só não foste ter comigo, como simplesmente fingiste que não me viste.
Sentaste-te duas mesas à minha frente com o teu colega e ignoraste-me por completo.
Durante todo este processo também não levantei os olhos do telemóvel, para simplesmente pensares que não te tinha visto. Mas vi e tu viste-me. E durante 5 minutos estiveste no mesmo espaço que eu e simplesmente tomaste a sábia decisão de assumires que eu não existia.
Assim que foste embora saí devastada do bar e só queria um buraco para me afundar.
No meio deste processo encontrei-me com um dos teus melhores amigos e acabei por ficar um pouco à conversa com ele. Entretanto outro nosso amigo em comum mandou-nos uma mensagem a dizer que estava no bar e para irmos ter com ele para tomar um café antes da aula.
Quando cheguei ao bar, e vi o meu amigo sentado percebi que também estavas com ele. Apeteceu-me dar meia volta, a ultima coisa que queria era estar na tua presença, ou olhar para ti.
Cheguei com cara de poucos amigos e mal olhei para ti. Estava magoada.
A realidade é que tens um poder sobre mim que não consigo explicar, e sei que passado 10 minutos já estava a sorrir para ti.
Ás vezes sinto que só falas comigo quando estou com algum dos amigos que temos em comum. Isso deixa-me confusa e triste.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Pelos vistos é mesmo este o teu jeito de ser. Meio desligado do mundo. Vou aprendendo dia após dia só de te observar.
Hoje estava com os teus amigos, e surgiu o teu nome na conversa, estavam a comparar-te com outra pessoa.
"Fogo o C ontem afinal não foi à aula, este gajo é mesmo desligado e desaparecido parece o *tu*" Mas ao menos nós sabemos porque é que o C desaparece, já o *tu*, ninguém sabe."
E pelos vistos, eles que já são teus amigos e de looooooonga data, nem eles conseguem chegar a ti.
Porque é que eu haveria de conseguir?

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Só de te ver durante 2 minutos muito mal aproveitados fiquei de coração cheio.

segunda-feira, 26 de março de 2018

De vez em quando tenho pequenos momentos de lucidez, pequenos momentos em que a paixão não me entorpece os pensamentos e tenho a plena certeza que nada disto que idealizo contigo não tem futuro. São tão breves esses momentos que nem dou por eles, volto logo a sonhar acordada sem preceber.

sábado, 24 de março de 2018

sexta-feira, 23 de março de 2018

Depois de no dia anterior ter acontecido o episódio que descrevi no post anterior, acordei com a cabeça pesada e sem vontade de sair da cama, sem vontade de enfrentar o mundo, sem vontade de ir para a faculdade.
Reuni todas a minhas forças e fui para a faculdade. Fui tomar café ao bar do edifício onde curiosamente, e mais uma vez estavas a ter aulas. Não te vi e também não te esperava ver. Mas por acaso vi várias pessoas da tua turma, e estranhei não estares com elas, estranhei não te ver, mas depois do que tinha acontecido no dia anterior tinha perdido todas as minhas esperanças.
Enquanto bebia o meu café peguei num papel e numa caneta e escrevi o seguinte texto:

" Serás um fantasma qualquer na minha vida? Ás vezes penso que só existes na minha imaginação. Procuro por ti todos os dias e não te encontro nunca. Sei onde estás mas não te vejo. Sei com quem estás mas não te encontro, sei que estás aqui ao lado mas não te sinto.
Já há demasiado tempo que não vejo o teu sorriso. Esse sorriso que ilumina o teu rosto e que ilumina o meu coração. Dei por mim a pensar que tudo o que vejo em ti não existe, ou pelo menos existo só na minha cabeça. É frustrante. Demasiado frustrante e não consigo ultrapassar isso. Ontem quase que desisti, mas desistir nem sempre é fácil e nem sempre sempre é a escolha mais lógica, tento desistir todos os dias mas esta força que me puxa para ti é mais forte. 
Hoje dou mais uma oportunidade e hoje volto-me a desiludir. Mais uma vez. Será desta que desisto? Quem me dera"

Acabei de escrever este texto e fui para a biblioteca da faculdade estudar. Fui para o primeiro andar onde consigo ver as pessoas a passar na rua. Passado algum tempo levanto os olhos dos livros olho lá para fora e tenho um vislumbre teu. Mais uma vez mal te vi voltei a pregar os olhos nos livros, é automático e uma reacção extremamente estúpida da minha parte. Mas rapidamente voltei a levantar a cabeça e mais uma vez tinhas desaparecido. Não te vi mais. Ainda tentei procurar-te com o olhar, analisei todos os cantos da rua que os meus olhos me permitiam ver e nada, nem vestígios de ti.
A verdade é que 2 minutos depois surges ao meu lado. Sorris, com o teu sorriso luminoso, e dizes "Estava a passar lá fora e vi-te, vim aqui dizer-te olá" Derreti.
Não sei se só me vieste cumprimentar porque te apercebeste que eu te tinha visto ou se o fizeste de livre e espontânea vontade. Gosto mais de acreditar na segunda opção.
A realidade é que ao fim de dias e dias sem te ver consegui ter 1 hora só contigo.
Como já disse muitas vezes parece que o universo faz de tudo para que nunca me cruze contigo.
Ontem estava à porta do edifício onde ia ter aulas às 18h da tarde,  pelo contrário as tuas aulas acabavam precisamente às 18h da tarde no mesmo edifício onde eu estava.
Estava à porta do edifício à espera de te ver sair só para ter a alegria de me cruzar contigo, de te ver, de te cumprimentar. Esperei enquanto mexia no telemóvel, olhei de esguelha e vi que estava a cruzar a porta de saída, foi uma fracção de 10 segundos mas mal te vi preguei os olhos no telemóvel e não levantei mais a cabeça.
Estava com esperanças que viesses ter comigo para me cumprimentar. Não sei se me viste ou não. Não sei se me viste e simplesmente decidiste ignorar-me ou fingir que não me tinhas visto. Sei que quando voltei a levantar a cabeça já não estavas lá. Tinhas evaporado. Ainda há 1 minuto atrás estavas ali à minha frente e agora já não estavas.
Senti-me a pior pessoa do mundo, fui à casa-de-banho e desatei a chorar sem saber muito bem porquê. Senti-me ignorada. Senti-me invisível. Nessa noite quando cheguei a casa deitei a cabeça sobre a almofada e inundei-a de lágrimas.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Sinto que não sei nada sobre a vida. Sempre fui uma rapariga quieta. Que esperava que as coisas fossem de encontro a mim. Principalmente no que toca a relações.
Pela primeira vez na minha vida estou a esforçar-me para ser eu a dar o primeiro passo. Apareceste na minha vida e sinto que não te posso deixar ir embora sem pelo menos tentar.
E eu tento todos os dias. Tento todos os dias ver-te. Tento todos os dias saber de ti. E nada. Nada de nada.
Estou farta de relações. Estou farta de ser a estúpida que nunca encontra ninguém. Que continua sozinha. Estou farta de tentar. Estou farta de recomeçar.
Não quero mais viver assim. Estou farta de não me sentir amada. Estou farta de me sentir invisível. Estou farta de assistir sentada à história de amor das outras pessoas enquanto  a minha nunca acontece.
Estou farta de passar dias e dias sem te ver e sem falar contigo quando na realidade é isso que mais quero.
O Universo alinha-se todos os dias para que duas pessoas se encontrem e se amem.
Mas no meu caso eu começo a achar que o universo se alinha todos os dias para que não nos encontremos.
Neste momento estou carregada de raiva e desilusão, a garganta dói e só quero chorar. Estou furiosa comigo mesma.
Farta.