terça-feira, 8 de agosto de 2017

Podemos ser nuvens ou ondas.

"You do not know where your decisions come from up, they pop up like hiccups. And when you make a decision, people have a great deal of anxiety when a making decision. Did I think this over long enough? Did I take enough data into consideration? If you think it through, you find you never could take enough data into consideration, the data for a decision for any given situation is infinite. What you do is you go through the motions of what you will do about this, but, worriers are people who think of all the variables beyond their control and what might happen...
You have to regard yourself as a cloud in the flesh, because, you see, clouds never make mistakes. Did you ever see a cloud that is misshapen or a badly designed wave? No, they always do the right thing. But if you would treat yourself for awhile as a cloud or wave and realize you can't make a mistake, no matter what you do, even if you do something that seems to be totally disastrous, it will all come out in the wash somehow or other. Then through this capacity you will develop confidence, through confidence you will be able to trust your own intuition. This is the middle way, of knowing it has nothing to do with your decision to do this or not, whether you decide you can't make a mistake or don't decide it, it is true anyway, that you are like cloud and water
" - Alan Watts



segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Em relação ao post anterior... Tudo correu normalmente. O passado está arrumado numa gaveta bem fechada.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Momento constrangedor a aproximar-se....

Lembram-se do vosso primeiro namorado? Estou a falar do primeiro namorado à sério. Aquele que foi mesmo a valer, aquele que abriu a caixa de pandora na vossa vida.
Eu, depois de tempos conturbados, consegui ficar grande amiga desse meu ex-namorado.
Já não o vejo aí há uns três anos. Hoje vou ter um jantar onde ele vai estar presente. Quando soube fiquei meia inquieta sem saber o que ia despertar dentro de mim vê-lo outra vez depois de tanto tempo. Mas estava super tranquila, afinal de tudo ele é um grande amigo.
Ontem descobri que afinal ele ia ao jantar mas ia acompanhado. Vai levar a actual namorada. No momento que soube, aquele entusiasmo que eu tinha de o rever morreu completamente.
O grupo de amigos com que vamos jantar viveu a nossa história bem de perto, os nossos dramas e alegrias e surgem sempre algumas piadas quando nos voltamos a reunir por parte dos meus amigos. Mas hoje ele leva a sua namorada, acho que vai ser desconfortável. Mas cá me vou aguentar.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

13 anos volvidos e eles continuam ao meu lado.

Ser de uma cidade, e ter ido estudar para a faculdade em outra cidade a km de distância cria-nos sempre algumas situações com as quais temos de saber lidar.
Primeiro temos os nossos amigos de secundário, quando se entra para a faculdade cada um vai para um canto do país, pelo menos com o meu grupo de amigos foi o que aconteceu.
Depois conhecemos pessoas novas, e criamos novos amigos. Aqueles amigos para vida.
E temos de lidar com estes dois grupos de amigos tão distintos, saber gerir tempo e atenção.
Só tenho tempo para estar com os meus amigos de secundário no verão, e mesmo assim, às vezes torna-se difícil, cada vez mais aliás. Agora que tenho estado na minha cidade natal tenho tido mais tempo para estar com os meus amigos de secundário. E acreditem, nada muda, passe o tempo que passar nada muda. Conto pelas mãos os que ficaram. Mas os que ficaram são fantásticos.
Passaram 13 anos e eles continuam, sempre os mesmos.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Meu querido Mês de Agosto!

Seja bem-vindo, meu querido mês de Agosto, e consigo todos os emigrantes, todas as festas, todas as cerimónias, todo o calor e todas as suas boas energias.
Normalmente o mês de Agosto acaba por ser o mais cansativo para mim e para a minha família, temos sempre muita família que vem de fora, temos muitas festas, e normalmente toda a gente decide casar ou baptizar os filhos em Agosto.
Ando a mil. Só neste fim-de-semana tenho:
Sexta:1 jantar de aniversário seguido da festa da minha cidade.
Sábado: Baptizado de uns gémeos fofinhos.
Domingo: Comunhão do primo fofinho.
Tenho andado é a comer só sopas e saladas para minimizar ao máximo os estragos na dieta.

domingo, 30 de julho de 2017

#instagramer || 17 || - Algodão Doce

Aquelas nuvens, lá ao fundo, fazem-me lembrar algodão doce. 
Mais um registo meu.



P.S: Esta foto é da minha autoria, retirada da minha conta pessoal do Instagram. Não utilizar sem pedir a devida autorização.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

O flagelo das musicas espanholas de reggaeton

Andamos há meses a ouvir o despacito, e parece que vai continuar, não vejo isto a acalmar, as rádios ainda passam pelo menos 14 vezes a música por dia.
Despertou-se esta moda doida de passar reggaeton nas rádios portuguesas, eu ás vezes até desconfio se estou em Portugal ou em Espanha.
Não gosto mesmo nada deste tipo de musicas, Despacito, Felices los 4, e a nova da Shakira que nem sei o nome. Estou farta de ouvir estas musicas de 5 em 5 minutos. Serei só eu?
Ganhamos a Eurovisão com uma música portuguesa linda e simples, fomos os maiores gabamos a música portuguesa e andou-se a passar música em condições durante aproximadamente duas semanas. Depois parece que tivemos amnésia e voltamos ao reggaeton.
Eu só queria fazer uma viajem de carro, e não ter de ouvir música espanhola a viajem toda.
Alguém está comigo?

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Viciada em séries #10 - Younger

Hoje retomo a rubrica "Viciada em Séries" que estava um pouco parada, mas nunca esquecida, porque eu séries é coisa que não vivo sem!
A série que trago hoje é de comédia super leve, fácil de ver e bastante feminina. 
Hoje venho falar de Younger. 





SinopseYounger acompanha Liza, uma mulher de 40 anos recém-divorciada que tenta encontrar um emprego, algo que se torna tarefa quase impossível para uma mulher da sua idade.
Após receber um elogio de um homem bem mais novo, Josh, ela decide fazer uma transformação total com a ajuda da melhor amiga, Maggie, para se passar por alguém de 26 anos. Assim, ela consegue um emprego como assistente e cria toda uma mentira à volta da sua vida.
Opinião: Para começar, acho que personagem de Liza na vida real nunca conseguiria fazer-se passar por uma mulher de 26 anos. Talvez 30 / 35, mas não 26. A actriz é super gira e tem 42 anos. É uma série simples, fácil de ver, com alguns dramas e comédia. Não é das melhores séries que vi, mas passa-se um bom bocado. E as roupas que as protagonistas usam? Incríveis! E homens bonitos? Todos. 
Personagem Favorita: Diana
Eu simplesmente adoro esta mulher! A personagem dela é simplesmente hilariante, para mim sem dúvida a mais cómica da série.


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Cuidar da terra.

Os fogos sempre me intimidaram. Acho que intimidam toda a gente.
Uma "simples" oxidação de qualquer material e que pode devorar tudo o que encontra à frente.
Não me lembro de um único ano em que não houvesse incêndios em Portugal. Todos os anos no Verão a história é sempre a mesma. Este ano passamos das marcas e os Incêndios tem sido mortais, devastadores, destruidores de famílias.
Trás-os-montes é das zonas, se não a zona mais rural de Portugal. Vocês passam o tunel do Marão e só vêem verde, árvores, florestas e arbustos.
Curiosamente não é em Trás-os-montes que se registam mais incêndios. Eu sei que muitos dos incêndios que existem em Portugal foram iniciados por mão criminosa, mas (dentro daqueles que não foram) há muito poucos nesta zona. Porquê? Bem eu tenho uma teoria.
A maioria das pessoas aqui em trás-os-montes vivem do que a terra lhes dá. E acreditem esta gente ama tudo o que vem da terra.
Tenho um tio que tem tanto orgulho na horta dele como tem na sua casa.
"Olha as minhas melancias tão lindas e grandes. São tão boas!"
"Ai as minha uvas, este tempo vai-me dar cabo das minhas uvinhas"
Acreditem as pessoas aqui falam com carinho dos produtos que cultivam.
E como sem boa terra não há boa colheita há que tratar dela.
As pessoas aqui limpam os terrenos como quem limpa a casa. E se um dia um incêndio lhes devorar tudo isto ficam sem nada. Talvez seja porque dependem da terra para viver, talvez seja porque cresceram a respeitar a terra, talvez seja porque tudo isto é a casa delas, mas acreditem, aqui as pessoas cuidam dos seus terrenos.
Por todo o país havia de ser assim. Limpar florestas e campos. Não elimina os incêndios mas já é uma boa ajuda.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Eu gosto é do Inverno.

Desculpem-me todos os amantes de Verão, praia, sol, calor, piscinas e etc, mas eu queria era que já fosse Inverno.
Eu adoro o Inverno. E o Verão, pelo menos na zona onde moro, está a atingir temperaturas insuportáveis. Temperaturas em que é praticamente impossível sair à rua durante o dia, e à noite torna-se impossível adormecer sem pelo menos tomar três duches e com uma ventoinha em cima de nós. Ou então a solução é mesmo dormir na varanda. De manhã em vez de acordar com o despertador acordo com o calor. Isto está complicado meus amigos.
No Inverno é só "botar" mais uns cobertores para cima.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

A caracol está de volta!

Demorou... Eu sei. Precisei de tempo.
Tirei férias do mundo.
Entretanto:
Fiz obras em casa. Desfiz o meu escritório de adolescente e construí um closet. Estou finalmente, aos poucos, a construir a minha mini biblioteca.
Pintei o meu quarto.
Fiz anos. Apanhei uma bebedeira daquelas bastante agressivas.
Engordei.
Fui passar um fim-de-semana sozinha longe de tudo e todos.
Li dois livros.
Vi muitas séries.
Entrei no mestrado que queria.
Recomecei a dieta.
Quebrei a dieta.
Recomecei a dieta outra vez.
Basicamente foi isto que aconteceu nos últimos tempos.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Não consigo justificar a minha ausência, simplesmente há momentos da vida que deixamos de parte certos hobbies. O blogue nunca é esquecido, nem nunca deixo de ler os blogs que sigo, a vontade de escrever é que tem sido escassa.
Neste momento estou só a aproveitar as férias!


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Em relação a Pedrogão Grande...

Em primeiro lugar não há palavras para descrever a tragédia que aconteceu em Pedrogão Grande e nos concelhos vizinhos, não há palavras que devolvam força e alegria aos familiares das vitimas. O meu coração está com eles.
Em segundo lugar, neste momento, o que todos temos de fazer é ajudar de alguma forma, com donativos quer seja monetários quer seja bens alimentares ou pessoais ou de outra qualquer forma.
Ao contrário da maioria das pessoas não vou escrever contra os bombeiros, a GNR, as forças especiais em terreno, os aviões ou contra quem está a comandar esta operação toda.
Hoje venho só criticar o mau, ruim, vergonhoso, péssimo jornalismo que se faz em Portugal.
Ontem, praticamente toda a imprensa noticiou a queda de um avião. Quem foi a primeira redação ou estação televisiva a fazê-lo não importa, pois como se sabe as noticias, falsas ou verdadeiras não importa, desde que sejam catastróficas correm à velocidade da luz. Hoje em dia já ninguém se importa de ir confirmar as fontes, ir ao local, falar com testemunhas. Não! Se X redacção noticiou é porque lá tem as suas fontes.
Com todas as noticias a surgirem da queda de um avião, de uma fonte até hoje desconhecida, o comandante operacional suspendeu algumas operações de salvamento e protecção que estavam a decorrer para organizar uma operação de resgate e salvamento para uma suposta queda de um avião que só os meios de comunicação tinham conhecimento. Foi então organizada uma operação para responder a uma noticia falsa.
E hoje, depois de tudo o que aconteceu a imprensa toda arma-se em sonsa, cria teorias da conspiração, acusa o comandante da protecção civil, o governo, a GNR, os bombeiros e todas as forças especiais de má coordenação, de má organização, da não eficácia na resposta a esta tragédia. Tenham vergonha na cara senhores jornalistas.
Se há uma má gestão, coordenação dos operacionais e operações em curso? É possível, não sei, não percebo nada disso, e deixo isso para os especialistas que já tiveram que gerir 1000 e tal operacionais numa catástrofe desta dimensão, (que pelos vistos são imensos, aliás, Portugal tem tragédias destas todas as semanas.)
Respeitem as vitimas e as suas famílias, informem o país correctamente, parem com as teorias da conspiração que só destabilizam quem está à frente disto tudo! Sejam íntegros.
E parem de fazer reportagens ao lado de cadáveres.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Não me lembro da ultima vez que me senti plenamente feliz. Não me lembro.
Não acredito na felicidade para sempre, acredito sim em momentos e fases em que experiência-mos a felicidade plena. Eu já há algum tempo que não tenho momentos desses.
No outro dia acordei melancólica. Com o coração a remoer, a tremer e a doer.
Reflecti e senti-me profundamente infeliz, profundamente sozinha, profundamente vazia. Sinto-me completamente vazia. Não sinto nada.
Deixei sempre a minha felicidade em segundo plano e agora não a consigo resgatar. Há momentos na nossas vida que sem sabermos como nem porquê temos certezas de que algo irá acontecer.
Naquele dia tão melancólico tive a mais firme certeza de que nunca iria ser uma pessoa feliz.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

#instagramer || 16 || - Fim de dia

Se eu pudesse fotografava fins de dia até ao resto dos meus dias.
Se eu pudesse fazia disto profissão.
Se eu pudesse ficava a contemplar o céu e as estrelas para sempre.


P.S: Esta foto é da minha autoria, retirada da minha conta pessoal do Instagram. Não utilizar sem pedir a devida autorização.