sexta-feira, 25 de novembro de 2016

As coisas mudam.

Durante 23 anos da minha vida, ou pelo menos desde que tenho consciência para poder definir as coisas de que gosto e não gosto, sou bastante firme em relação aos meus gostos. 
Desde que me lembro nunca gostei de polvo, e acho que nunca vou gostar. 
Aos 13 anos quando comprei um maço de tabaco e experimentei fumar porque era fixe, depois do meu primeiro cigarro percebi perfeitamente que não me iria tornar numa fumadora. E até hoje não fumo. 
Desde os 3 anos que odeio o som do fogo de artificio, sempre tapei os ouvidos e com 23 anos, continuo a fazê-lo. 
Desde que me lembro odeio motas. Odeio mesmo, e acho que dificilmente venha a gostar. 
Mas depois há coisas que mudam... 
Quando era pequena odiava tomate, hoje gosto. 
Quando conheci o único rapaz que amei verdadeiramente, odiei-o, e não o suportava... meses depois éramos inseparáveis. 
E agora, uma ultima que me surpreendeu e até bastante: Nunca sequer considerei fazer uma tatuagem, não gostava, não achava piada, não queria ter uma "coisa" marcada no meu corpo para o resto da minha vida. Até que recentemente... surgiu uma vontade enorme em mim de fazer uma tatuagem. Para ser sincera até mais do que uma. 
E quero mesmo fazer. Só que... ainda estou reticente. Sei que a primeira que quero fazer tem de ser algo que represente e homenageia os meus pais. Tenho andado à procura de ideias em todo o lado. Mas tenho de escolher aquela, Aquela que sei que vai ser a perfeita para mim, mas acima de tudo para eles. 

Alguém tem ideias? E não... não quero tatuar os nomes deles. Quero uma coisa simples, discreta, e mais simbólica do que escrita.  

2 comentários:

  1. Também odeio motas (mas tenho um bom motivo para isso).
    E n gosto de tomate ehehe, em pequena gostava!

    Podes sempre tatuar uns caracteres noutra lingua p ex :)

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