segunda-feira, 6 de março de 2017

Festival da canção 2017

As opiniões dividem-se. Há quem tenha adorado a canção vencedora. Há quem tenha odiado e que diga que é canção para dormir.
Eu cá adoro a música. É musica para levar à Eurovisão? Não sei. Mas em Maio lá saberemos a opinião dos outros países.


Só espero que o Salvador não abuse das drogas quando estiver em Kiev.
A música é linda, parece a canção de um filme da disney, é simplesmente genial.
Não era a minha favorita para levar a Kiev, mas estava no meu top 3.
O meu top 3 era: Nova Glória - Viva La Diva, Don't walk away - Pedro Gonçalves e Salvador Sobral - Poema a dois.
Só espero que os outros países gostem tanto da música como os portugueses estão a gostar.
Fiquei um pouco triste por ver a pontuação do júri que é quase oposta à do publico, temos um júri demasiado antiquado e assim nunca iremos evoluir. Este ano pela primeira vez foi permitido serem apresentadas musicas em inglês, e depois o júri condenou completamente essas mesmas musicas. Para quê permitirem se depois vão condená-las na votação?

E vocês o que acham da canção? Qual era a vossa favorita?

sexta-feira, 3 de março de 2017

Depois de um dia horrível e uma semana ainda pior, hoje a minha noite de sexta vai ser passada no sofá, enrolada em mantas com chocolate milka e Netflix.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Um amor que não tem fim.

É o amor de mãe.
E hoje a minha faz anos, e quem me dera poder retribuir-lhe nem que fosse só metade do que ela já fez por mim.
É a melhor mãe do mundo, é a que cozinha melhor, a que cura todos, a que sabe sempre tudo, a que resolve todos os problemas, a que dá os melhores mimos, a que ensina todos os dias.
Ela é a pessoa em quem me quero tornar.
É a melhor, é minha.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

#instagramer || 11 || - Bugalhos.



E para quem não sabe o que é um bugalho.... O bugalho forma-se na sequência da postura de um ovo de um insecto nos ramos de carvalhos, sobreiros, azinheiras. Esta excrescência de forma arredondada é, portanto, uma reacção das árvores contra invasores.
E esta foto representa precisamente uma árvore cheia de bugalhos. 

P.S: Esta foto é da minha autoria, retirada da minha conta pessoal do Instagram. Não utilizar sem pedir a devida autorização.

Entrudo para mim, Carnaval para vocês

Eu não ligo nenhuma ao Carnaval. Zero, nicles. 
Não acho piada, muito menos ao Carnaval de Torres Vedras ou Ovar por exemplo. 
O Carnaval, com o passar dos anos foi tendo significados e formas de se comemorar diferentes. 
Primeiro era associado à religião, era a despedida dos excessos da carne e começava-se o dito jejum da quaresma até à Páscoa. Depois começaram os desfiles e comemorações pois, segundo se diz, durante o jejum não pode haver grandes celebrações. E por aí adiante foi evoluindo até aos dias de hoje. 
Hoje o Carnaval não é nada mais nada menos do que uns dias, sim porque o Carnaval é só Terça mas as pessoas insistem em começar as comemorações Sábado, para as pessoas se mascararem de determinadas personagens, esquecerem-se um bocadinho de quem são, beber muito e estar com as amigos. 
Eu, transmontana como sou, sempre vivi o Carnaval de forma diferente. Para já, por estas terras nós chamamos-lhe Entrudo. 
O principal personagem do Entrudo por aqui é mesmo o Careto, e o que é o Careto? 

Confesso que pode parecer um pouco assustador.

Nesta festa, os rapazes vestem-se com os seus fatos de franjas de cores garridas, máscaras de lata e chocalhos à cintura, e percorrem num frenesim eléctrico todos os cantos da aldeia, em busca das raparigas solteiras.
O cortejo completa-se com os "facanitos", ou seja os mais pequenos da aldeia, mascarados de "trasgos ou mafarricos", que cumprem, também eles, o seu próprio ritual de iniciação, garantindo, ao mesmo tempo, a continuidade da tradição. Trata-se de um tempo limitado mas intenso, em que tudo é permitido, um tempo de ruptura das proibições, um tempo de violação ritual, que se opõe aos constrangimentos da Quaresma que se avizinha.
Ah, também é dia de se comerem cascas/casulas azedos e botelos, que é um género de cozido transmontano. 
E para mim este é o meu Carnaval, apesar de que nos últimos anos não tenho ido assistir a muitos desfiles dos caretos, mas deixo aqui algumas imagens para terem a noção de um Carnaval um pouco diferente do que estão acostumados. 





E vocês, como vivem o vosso Carnaval?



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Vamos falar dos Oscars?

Em primeiro lugar peço desculpa por não ter feito a review de dois filmes "Fences" e "La La Land", mas não tive mesmo tempo.
Falando agora da cerimónia, este ano os vestidos foram muito fraquinhos, nem houve grandes aberrações nem grandes vestidos UAU, foi assim assim, talvez faça um post com os meus favoritos.
Mas Senhores, o que é que se passou ontem à noite?
A gala correu na perfeição, o Jimmy Kimmel conduziu a apresentação da melhor forma, e tudo estava a correr lindamente e foi preciso chegar a entrega do ultimo Oscar para tudo ir por água abaixo.
Confesso que fiquei confusa, primeiro quando os senhores que iam apresentar o Oscar para melhor filme abriram o envelope pareceram logo bastante confusos, e eu pensei, não me digam que vão dar o Oscar de melhor filme ao "Hell or High Water" (que era o mais fraquinho na minha opinião).
Lá se decidiram e disseram La La Land. Neste momento fiquei desiludida porque estava mesmo a torcer por Moonlight. (mal eu sabia o que se ia suceder). La La Land pode ser um bom filme, mas caraças, Moonlight é uma obra prima.
E depois da euforia de toda a equipa de La La Land já estar em cima do palco notam-se algumas movimentações estranhas... e eis que o erro é comunicado. Uma troca do envelopes e Moonlight afinal tinha ganho o Oscar para melhor filme. No inicio pensei que era uma piada, nos Oscars há sempre partidas, mas depois percebi que não. Euforia. Oscar super merecido.
Os restantes Oscars foram bastante previsíveis a meu ver, nenhum me surpreendeu e apesar da gafe cometida adorei esta edição.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

#8 | Oscars - Moonlight

Pessoal. Atenção. Acabei de ver o Moonlight e leiam o que eu tenho para dizer, porque eu acho que eu acabei de ver o possível vencedor do Oscar de Melhor filme 2017. 


Sinopse: O filme conta a história de Chiron, um jovem na Miami de 1980 que lida com questões sobre a sua sexualidade e as pessoas que passam pela sua vida. O filme está divido em três partes, o capitulo da infância de Chiron, o capitulo da adolescência e por fim o capitulo da vida adulta. Cada capitulo com um actor diferente, para a representação de Chiron. 

Opinião: Em primeiro lugar, peço desculpa, porque ainda me faltam ver dois filmes, e um deles até é o favorito de toda a gente (La La Land), mas eu não sei se os dois filmes que me faltam ver vão superar esta obra de arte. Até posso estar a cuspir para o ar e daqui a uns dias vir para aqui dizer que o La La Land é que é um filme do caraças, mas para já, limito-me a dizer que acabei de ver uma obra prima. 
A fotografia é incrível, o argumento também, os diálogos irrepreensíveis e os silêncios arrebatadores. Os três actores desenvolvem a história com o mesmo olhar de dor de uma forma perfeita. Os sentimentos, que o actor que interpreta o capitulo um, transmite, são exactamente os mesmo que vemos claramente no actor do capitulo dois e três. 
Faltam-me as palavras para o descrever. 
Que filme, incrível. Este é, sem sombra de dúvida, o meu candidato favorito (para já, e penso que não irei mudar de opinião). Uma obra de arte. Uma genialidade. Um filme digno de um Oscar. 


Nota IMDb: 7.9 / 10 (não percebo esta pontuação do IMDb)
Minha nota: 8.6 / 10 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

uma hora no passado ou um minuto no futuro?

Já ouvi esta pergunta muitas vezes, e acho que a maior parte das vezes as pessoas respondem quase sempre o mesmo.
Um minuto no futuro, claro. 

Mas eu cá não. Preferia uma hora no passado. Porquê?
Porque eu sei que vou ver o meu futuro, vou ver o meu amanhã, bom ou mau eu sei que o vou ver, o vou viver. Mas o passado? Esse nunca mais o vou voltar a reviver. 
Se eu pudesse escolhia viver uma hora no passado, preferencialmente uma hora, há cerca de 16 / 17 anos atrás, entre as 13h e 14h da tarde. 
Era a hora a que eu chegava a casa do meu avô da escola. As aulas acabavam às 13h, e às 13h05 chegava a casa do meu avô, e lá estava ele, na varanda à minha espera para almoçar. 
Almoçávamos juntos, ele perguntava-me o que tinha aprendido, ensinava-me sobre todos os rios de Portugal, e eu ensinava-o sobre a nova moeda, o euro, para ele não ser enganado! Depois carinhosamente mandava-me fazer os trabalhos de casa e só depois podia ir brincar. 
Eu escolhia reviver essa hora. 
Eu sei que vou ver o meu amanhã, as pessoas do meu amanhã independentemente de quem forem. 
Mas o meu avô.... Eu nunca mais vou ver o meu avô. 

#7 | Oscars - Lion

Mais um visto e só já faltam 3 para concluir a lista dos nomeados. 
Hoje o eleito foi Lion.

Sinopse:Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) perdeu-se do irmão numa estação de comboio de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adoptado por uma família australiana que acabou por lhe proporcionar a uma vida cheia de regalias. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide encontrar uma forma de reencontrar a sua família biológica. 

Opinião:Primeiro, é uma história verídica, só por aí já tem qualquer coisa de especial. (comentário à parte, este ano muitos filmes foram baseados em histórias verídicas o que eu adoro!)
Segundo, apesar de eu praticamente não ter chorado, preparem-se porque é filme para chorar, e muito!!! 
Terceiro, protagonista principal: Dev Patel! Meio caminho andado para uma boa interpretação. Mas neste caso, o filme, pode-se dizer que foi dividido em duas partes, a primeira que incide na infância de Saroo, onde a tragédia acontece, e desculpem-me mas o menino que interpreta Saroo rouba completamente o protagonismo a Dev Patel, que protagoniza Saroo enquanto adulto. A primeira parte do filme é completamente arrebatadora, mostrando-nos mais uma vez a realidade nua e crua da Índia, como já tínhamos visto em "Quem quer ser milionário", também vencedor do Oscar de melhor filme, e também protagonizado por Dev Patel. Apesar de tudo, encontrei bastantes semelhanças com este filme e talvez por isso este perca um pouco devido a esta semelhança. 
Mas adorei o filme, uma história incrível, a não perder. Ainda assim, este não é o meu favorito a vencedor.


Nota IMDb: 8.0 / 10
Minha nota: 8.3 / 10

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Um grande amor.

Não sei se já me cruzei contigo algures por estas ruas que caminho diariamente. Não sei o teu nome, nem a cor dos teus olhos, mas sei que te posso chamar "meu" e tu podes chamar-me "tua".
Não sei se pensas em mim como eu penso em ti. É difícil sabes? É difícil pensar numa pessoa que ainda nem sequer conheces. Mas é possível, e eu sei que penso muito em ti.
Penso muito no dia em que nos vamos cruzar e entender que andamos este tempo todo a caminhar sobre pequenos espinhos só para percebermos que tínhamos de ter percorrido este exacto caminho para que nos pudéssemos encontrar. Para que nos pudéssemos amar.
Tenho esperança que me procures tanto como eu te procuro. Talvez estejas mais perto do que penso, talvez já tenha passado a nossa oportunidade e nunca mais voltaremos a ter uma. Talvez continuaremos até ao fim das nossas vidas há procura um do outro. Ou talvez não.
Um dia vamos acordar, saímos de casa e simplesmente acontece. O nosso cupido acorda do seu sono inerte lança-nos a seta e atinje-nos, bem no centro do nosso coração, e depois cabe-nos a nós cultivar a semente que foi plantada no nosso coração.
Dizem que para toda a gente há um grande amor destinado. Eu vou esperando pelo meu.
Talvez estejas mesmo aqui ao lado e eu ainda não sei.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

#instagramer || 10 || - O céu da Aldeia

Esta foto foi tirada num dia de festa da aldeia há alguns dias, estava frio e um céu lindo. Não podia deixar de fotografar. 


P.S: Esta foto é da minha autoria, retirada da minha conta pessoal do Instagram. Não utilizar sem pedir a devida autorização.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

#6 | Oscars - Hacksaw Ridge

Hoje, falo de mais um filme fantástico, nomeado para os Oscars. 



Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, o médico do exército Desmond T. Doss recusa-se a pegar numa arma e matar pessoas, porém, durante a Batalha de Okinawa ele trabalha na ala médica e salva mais de 75 homens, sendo condecorado. O que faz de Doss o primeiro Opositor Consciente da história norte-americana a receber a Medalha de Honra do Congresso.

Opinião: Para mim, um filme excelente, apesar de uma primeira parte do filme um pouco maçadora, mas nada nos prepara para as cenas que nos vão passar pela frente minutos mais tarde. Mel Gibson retracta a guerra tal e qual como ela é, com cenas extremamente dolorosas de se ver, violentas e dramáticas. As cenas de guerra estão impecavelmente bem conseguidas. O filme é muito bom na minha óptica, apesar de já ter lido algumas criticas negativos onde se diz que o filme aborda a religião e a fé quase como "um panfleto de conversão" o que a meu ver é bastante ridículo. Sim, o filme tem a fé do protagonista principal como base e está sempre presente ao longo do filme, mas é essa a essência do filme, foi a fé de Doss que lhe permitiu salvar tantos soldados, e é uma história verídica, os verdadeiros protagonistas da história aparecem no fim do filme a dar o seu testemunho e isso é mesmo muito bom. É para mim difícil descrever o filme, tem cenas tão bem conseguidas e tão chocantes que são capaz de nos tirar o fôlego. Este é capaz de ser o meu preferido até ao momento, apesar de o Manchester by the sea também estar lá perto.


Nota IMDb: 8.3 / 10
Minha nota: 8.5 / 10

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

#5 | Oscars - Manchester by the Sea

Confesso que entretanto já vi mais alguns filmes, mas esqueci-me completamente de fazer o post sobre eles, mas ora aqui vai. 
Hoje o eleito é Manchester by the sea. 



Sinopse: Lee Chandler (Casey Affleck) é forçado a retornar para a sua cidade natal com o objetivo de tomar conta do seu sobrinho adolescente após o pai (Kyle Chandler) do rapaz, e seu irmão, falecer precocemente. Este retorno ficará ainda mais complicado quando Lee precisar enfrentar as razões que o fizeram ir embora e deixar a sua família para trás, anos antes.

Opinião: Um filme soberbo, dramático e tão real. Este é daquele filmes que nós vemos e nunca nos vem à cabeça a tipica frase: "isto só mesmo num filme". O filme vai contando a história dramática e dolorosa de Lee Chandler, que ou muito me engano, e visto que ainda não vi todos os filmes nomeados, Cassey Affleck levará para casa a estatueta de melhor actor principal, ele passa para a tela toda a dor e sofrimento que a sua personagem envolve. O pequeno "problema" do filme, e o que acaba por não tornar o filme num projecto fenomenal ao ponto de ganhar a estatueta dourada é só mesmo devido ao sentimento de lentidão que acompanha o filme, mas está tudo em aberto e nunca se sabe. Sei que acaba por ser um filme que não é aprazível de ver para toda a gente, o filme leva o seu tempo para conquistar o espectador e há pessoas que não tem essa paciência e acabam por perder o interesse. 
Eu cá gostei muito!


Nota IMDb: 8.1 / 10
Minha nota: 8.3 / 10

domingo, 12 de fevereiro de 2017

I'm alive

Das melhores cenas do Frank Gallagher (William H. Macy) na série Shameless, (uma das minhas favoritas!!!)
Esta cena define completamente o meu estado de espírito neste momento.