Depois do Brexit, provou-se mais uma vez a ignorância em que o mundo está submerso.
Nunca pensei ver isto. E se na altura do Brexit fiquei preocupada, agora nem consigo pôr em palavras o medo que tenho dos tempos que se avizinham por aí.
Este não é só o Presidente dos Estados Unidos. Este é o Presidente da maior potência económica do mundo, o Presidente com mais influencia no mundo. E isto deveria deixar-nos preocupados.
Há oitenta anos atrás existiu um homem na Alemanha, que odiava as minorias e que queria fazer o seu país grande outra vez. Todos nós sabemos como a história acaba....
Esta história em nada é familiar com a os ideais do Trump, pois não?...
Deixo aqui uma frase, que se enquadra perfeitamente no dia de hoje:
"Que sorte para os ditadores, que os homens não pensem" - Sabem quem disse isto? O Homem que gerou a 2ª guerra mundial, o homem que queria fazer o seu país grande outra vez.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Diário de uma solteira #13
Tenho saudades do tempo que passávamos juntos. Planeávamos rigorosamente a nossa vida, os horários das nossas aulas, os horários de estudo, os horários a que íamos para determinada festa de forma a que estivéssemos sempre juntos, que chegássemos sempre ao mesmo tempo, de forma a podermos passar o tempo todo que dispúnhamos, juntos. Quando alguém queria saber de mim, perguntava-te a ti, e quando alguém queria saber de ti, perguntava-me a mim.
Planeávamos a que horas íamos embora da faculdade, e se um tivesse que ficar mais umas horas devido a qualquer motivo o outro ficava a fazer companhia. Aparecias em minha casa sem aviso. Convidavas-me para entrar no teu circulo de melhores amigos sem medos. Chamadas inesperadas, sem hora marcada.
As outras pessoas falavam. Afinal toda a gente diz: Um homem e uma mulher não podem ter este tipo de relação um com o outro e serem "só" amigos.
Mas éramos!, éramos só amigos. Da minha parte não, obviamente estava completamente apaixonada por ti. Nunca te disse isso. Tu... Eu nunca soube o que tu sentias. Também nunca me disseste, mas ambos sabíamos que aquela relação não era normal.
Um dia beijaste-me. Estavas bêbado e eu afastei-te, por medo, por pensar que estavas a beijar-me por estares com um copo a mais, acobardei-me. Nunca mais falamos nisso. Guardei na minha memória aquele beijo. Mas sei, que pouco tempo depois disso a nossa relação mudou. Tu afastaste-te, e depois mais tarde surgiu ela. Na altura em que ela surgiu sentiste necessidade, por algum motivo, de te justificares, sinceramente não quis saber. Tinhas feito uma escolha e eu tinha vivido um conto de fadas a solo.
Hoje pergunto-me se a culpa foi minha. Se aquele beijo foi verdadeiro e ao recusar-to tu perdeste todas as tuas esperanças numa possível relação.
Mas também penso, conhecendo como te conheço, que se gostasses de mim dessa forma já o tinhas dito. Sinto que nunca tens medo de dizer nada, por isso não terias também medo de dizeres que gostavas de mim.
Não interessa. O tempo passou, e tudo mudou, e apesar de nunca ter acontecido nada, por algum motivo a nossa amizade morreu um bocadinho.
Hoje tenho saudades do tempo que passava com o meu amigo.
Planeávamos a que horas íamos embora da faculdade, e se um tivesse que ficar mais umas horas devido a qualquer motivo o outro ficava a fazer companhia. Aparecias em minha casa sem aviso. Convidavas-me para entrar no teu circulo de melhores amigos sem medos. Chamadas inesperadas, sem hora marcada.
As outras pessoas falavam. Afinal toda a gente diz: Um homem e uma mulher não podem ter este tipo de relação um com o outro e serem "só" amigos.
Mas éramos!, éramos só amigos. Da minha parte não, obviamente estava completamente apaixonada por ti. Nunca te disse isso. Tu... Eu nunca soube o que tu sentias. Também nunca me disseste, mas ambos sabíamos que aquela relação não era normal.
Um dia beijaste-me. Estavas bêbado e eu afastei-te, por medo, por pensar que estavas a beijar-me por estares com um copo a mais, acobardei-me. Nunca mais falamos nisso. Guardei na minha memória aquele beijo. Mas sei, que pouco tempo depois disso a nossa relação mudou. Tu afastaste-te, e depois mais tarde surgiu ela. Na altura em que ela surgiu sentiste necessidade, por algum motivo, de te justificares, sinceramente não quis saber. Tinhas feito uma escolha e eu tinha vivido um conto de fadas a solo.
Hoje pergunto-me se a culpa foi minha. Se aquele beijo foi verdadeiro e ao recusar-to tu perdeste todas as tuas esperanças numa possível relação.
Mas também penso, conhecendo como te conheço, que se gostasses de mim dessa forma já o tinhas dito. Sinto que nunca tens medo de dizer nada, por isso não terias também medo de dizeres que gostavas de mim.
Não interessa. O tempo passou, e tudo mudou, e apesar de nunca ter acontecido nada, por algum motivo a nossa amizade morreu um bocadinho.
Hoje tenho saudades do tempo que passava com o meu amigo.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Hoje devia ser um dia bom...
De manhã concluí o meu relatório de estágio. Para quem já fez um relatório de estágio / dissertação sabe bem a dor de cabeça que é, e o alivio que se sente quando finalmente terminamos. Está feito. Agora só falta ser revisto pelo meu orientador.
À tarde fui a mais uma consulta no nutricionista (em breve faço mais um post da minha evolução), perdi 6,5 Kg num mês e meio. É muito bom, disse-me o nutricionista. Claro que é!!!
Só coisas boas a acontecer, certo? Então porque raio será que eu hoje simplesmente me sinto triste, cansada, deprimida? TPM, és tu?
F$da#-se que chata és TPM. Nem as minhas pequenas vitórias me deixas celebrar.
À tarde fui a mais uma consulta no nutricionista (em breve faço mais um post da minha evolução), perdi 6,5 Kg num mês e meio. É muito bom, disse-me o nutricionista. Claro que é!!!
Só coisas boas a acontecer, certo? Então porque raio será que eu hoje simplesmente me sinto triste, cansada, deprimida? TPM, és tu?
F$da#-se que chata és TPM. Nem as minhas pequenas vitórias me deixas celebrar.
domingo, 6 de novembro de 2016
Cada vez acredito mais no karma...
Desta vez foi o karma dos 92 minutos.
Já todos devíamos saber que os jogos de futebol só acabam depois dos 92 min.
Já todos devíamos saber que os jogos de futebol só acabam depois dos 92 min.
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Preparem-se porque vem aí...
A época mais linda, mais entusiasmante, mais mágica do ano.
Depois da histeria do halloween podemos por fim concentrarmos-nos no NATAL!!!!!
Depois da histeria do halloween podemos por fim concentrarmos-nos no NATAL!!!!!
A minha época preferida do ano está a chegar... Só já faltam 50 dias.
*Sim, eu sou maluquinha ao ponto de contar os dias que faltam para o natal.
Moca das 5h
São 5h da manhã e eu estou na biblioteca da minha faculdade a fazer o meu relatório de estágio. Está tudo bem. Amanhã durmo o dia todo. Ok.
Isto está deserto, só estou aqui eu e mais dois colegas. Até que gosto. Mas são 5h da manhã.
Isto está deserto, só estou aqui eu e mais dois colegas. Até que gosto. Mas são 5h da manhã.
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Tenho uma confissão a fazer...
Acho que depois de algum tempo aqui no blog posso fazer algumas confissões convosco.
Possivelmente alguns de vós ficaram desiludidos comigo... e até eu mesma me pergunto se sou anormal devido a esta situação. Tenho vergonha de dizer isto aos meus amigos e quando digo eles até ficam chocados comigo.
Não consigo mudar "isto" em mim...
Até tenho medo de dizer isto, mas tenho de vos confessar: Eu não gosto de sushi!
Não gosto, não gosto, e não gosto.
Vejo, diariamente o meu instagram invadido por fotografias de almoços de sushi, lanches de suchi, jantares de sushi, quiçá até pequenos-almoços de sushi. Vejo snaps de pessoas super entusiasmadas porque vão comer sushi, assisto episódios de pessoas que parace que estão em abstinência de uma droga quando não comem sushi, e pergunto-me: Porra, mas será que serei normal? Sou só eu que odeio sushi?
Confesso, que acho que isto do sushi é uma moda e pronto, mas antes de ser apedrejada em praça publica vou contar a minha experiência com peixe cru.
Nos primórdios da existência de sushi em Portugal e quando se começou a falar desta iguaria, e muito a pedido da minha mãe lá fui eu experimentar sushi. Eu já não gosto muito de peixe cozido, quanto mais cru... mas pronto, dei uma oportunidade. Resultado: Odiei. Muito. Mesmo muito.
Quando confessei isto a alguns amigos eles ficaram chocados e disseram-me: " Não se costuma gostar de sushi na primeira vez, é uma coisa que tens de aprender a gostar, vais ver que na segunda ou terceira vez que comeres nunca mais queres outra coisa!".
Dizerem-me isto é o mesmo que me dizerem: " Eu sei que levar porrada a primeira vez custa e tu odeias, mas vais ver que se levares porrada mais meia dúzia de vezes não vais querer outra coisa na vida".
Mas dei o braço a torcer e dei uma segunda oportunidade ao sushi. Eu sou uma pessoa de segundas oportunidades.
Resultado? Não gostei e continuei a não gostar.
Os meus amigos que gostam de sushi lá me dizem: " Se calhar foi do restaurante onde comeste, não pode ser um qualquer, experimenta mais uma vez que vais gostar!"
Ora fod$-s% ! Se eu não gostei à primeira, se eu não gostei à segunda é porque nunca vou gostar. Não me impinjam uma coisa da qual não gosto.
Sinto que hoje em dia é quase um crime se não gostas de sushi, se não tens meia-dúzia de fotografias de sushi nas tuas redes sociais.
Assumo publicamente: não gosto de sushi. Tal como não gosto de cabrito ou lulas ou melão.
Mas nunca ninguém me disse nada em relação ao melão/cabrito/lulas. Mas sushi? "Como é que não podes gostar de sushi???"
Só tenho uma coisa a dizer ao sushi: O problema não és tu, sou eu!
Possivelmente alguns de vós ficaram desiludidos comigo... e até eu mesma me pergunto se sou anormal devido a esta situação. Tenho vergonha de dizer isto aos meus amigos e quando digo eles até ficam chocados comigo.
Não consigo mudar "isto" em mim...
Até tenho medo de dizer isto, mas tenho de vos confessar: Eu não gosto de sushi!
Não gosto, não gosto, e não gosto.
Vejo, diariamente o meu instagram invadido por fotografias de almoços de sushi, lanches de suchi, jantares de sushi, quiçá até pequenos-almoços de sushi. Vejo snaps de pessoas super entusiasmadas porque vão comer sushi, assisto episódios de pessoas que parace que estão em abstinência de uma droga quando não comem sushi, e pergunto-me: Porra, mas será que serei normal? Sou só eu que odeio sushi?
Confesso, que acho que isto do sushi é uma moda e pronto, mas antes de ser apedrejada em praça publica vou contar a minha experiência com peixe cru.
Nos primórdios da existência de sushi em Portugal e quando se começou a falar desta iguaria, e muito a pedido da minha mãe lá fui eu experimentar sushi. Eu já não gosto muito de peixe cozido, quanto mais cru... mas pronto, dei uma oportunidade. Resultado: Odiei. Muito. Mesmo muito.
Quando confessei isto a alguns amigos eles ficaram chocados e disseram-me: " Não se costuma gostar de sushi na primeira vez, é uma coisa que tens de aprender a gostar, vais ver que na segunda ou terceira vez que comeres nunca mais queres outra coisa!".
Dizerem-me isto é o mesmo que me dizerem: " Eu sei que levar porrada a primeira vez custa e tu odeias, mas vais ver que se levares porrada mais meia dúzia de vezes não vais querer outra coisa na vida".
Mas dei o braço a torcer e dei uma segunda oportunidade ao sushi. Eu sou uma pessoa de segundas oportunidades.
Resultado? Não gostei e continuei a não gostar.
Os meus amigos que gostam de sushi lá me dizem: " Se calhar foi do restaurante onde comeste, não pode ser um qualquer, experimenta mais uma vez que vais gostar!"
Ora fod$-s% ! Se eu não gostei à primeira, se eu não gostei à segunda é porque nunca vou gostar. Não me impinjam uma coisa da qual não gosto.
Sinto que hoje em dia é quase um crime se não gostas de sushi, se não tens meia-dúzia de fotografias de sushi nas tuas redes sociais.
Assumo publicamente: não gosto de sushi. Tal como não gosto de cabrito ou lulas ou melão.
Mas nunca ninguém me disse nada em relação ao melão/cabrito/lulas. Mas sushi? "Como é que não podes gostar de sushi???"
Só tenho uma coisa a dizer ao sushi: O problema não és tu, sou eu!
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Caracol em dieta #4
Quase duas semanas depois trago mais um post relativo à minha dieta.
Nestas duas ultimas semanas pela primeira vez desde que iniciei a dieta fiz a minha refeição livre, tive um aniversário de um grande amigo meu e decidi que esse ia ser o dia da minha refeição "do lixo".
Comi um pouco de alheira. Comi posta com batatas fritas. Comi leite creme. Bebi alcool.
Ou seja comi e bebi tudo o que não se deve comer/beber quando se está de dieta.
Mas fiz!, para me sentir bem precisava desta refeição livre, para poder divertir-me com os meus amigos sem estar preocupada na quantidade de calorias que estava a ingerir. No dia a seguir passei o dia praticamente a sopa para compensar.
Mesmo antes de escrever este post comi um quadradinho de chocolate de 70% de cacau. E foram estes os meus "pecados" durante estas duas ultimas semanas.
Hoje de manhã pesei-me. E aqui vão os resultados:
Nestas duas ultimas semanas pela primeira vez desde que iniciei a dieta fiz a minha refeição livre, tive um aniversário de um grande amigo meu e decidi que esse ia ser o dia da minha refeição "do lixo".
Comi um pouco de alheira. Comi posta com batatas fritas. Comi leite creme. Bebi alcool.
Ou seja comi e bebi tudo o que não se deve comer/beber quando se está de dieta.
Mas fiz!, para me sentir bem precisava desta refeição livre, para poder divertir-me com os meus amigos sem estar preocupada na quantidade de calorias que estava a ingerir. No dia a seguir passei o dia praticamente a sopa para compensar.
Mesmo antes de escrever este post comi um quadradinho de chocolate de 70% de cacau. E foram estes os meus "pecados" durante estas duas ultimas semanas.
Hoje de manhã pesei-me. E aqui vão os resultados:
Eu acho que tive resultados muito bons, e vou ser sincera, tirando as coisas que mencionei em cima eu esforcei-me mesmo muito nestes dias. Cumpri quase tudo direitinho. O exercício ainda falho muito!!!
Aquele IMC custa a descer, mas só descanso quando estiver igual ou abaixo dos 25!
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Sou a única....
que não liga nenhuma ao Halloween?
Não faço a menor ideia do que significa esta tradição, de onde é originária, e o que realmente se comemora. Não faço ideia porque estamos a festejar o dia das bruxas e dois dias a seguir estamos a chorar o dia dos mortos, o dia dos nossos entes queridos que já não estão cá.
Para mim, o dia das bruxas passou-me sempre ao lado, e nunca gostei do dia 1 e 2 de Novembro, porque sempre achei ser um dia triste (e é!).
Este ano perdi uma das pessoas mais importantes para mim, o meu querido avô.
Faz algum sentido eu estar a comemorar, a ir a festas, e a enfeitar a minha casa de coisas assustadoras, para no dia a seguir, ter de ir ao cemitério, olhar para a campa do meu avô e desatar a chorar? Para mim não faz.
E não, não sou daquelas pessoas que só vai ao cemitério no dia 1 de Novembro, vou com bastante frequência, pelo menos agora, mas faz parte da tradição da minha família reunir-se e ir ao cemitério no dia 1 de Novembro.
E é um ambiente de cortar à faca, ouve-se choro, e vêm-se fotografias de rostos que nunca esqueceremos mas que infelizmente também nunca mais veremos em vida.
E porque raio havemos de festejar o dia de uns seres (bruxas) que são associadas ao mal? E eu sinceramente acredito que elas existam.
Mas não me peçam para achar piada a este dia, porque não acho.
Se alguém ler isto, e for fã do Halloween que me dê uma explicação breve nos comentários sobre o porque do entusiasmo com que se vive este dia/noite. Gostava também de poder entender o lado das pessoas que vivem e festejam este dia.
Não faço a menor ideia do que significa esta tradição, de onde é originária, e o que realmente se comemora. Não faço ideia porque estamos a festejar o dia das bruxas e dois dias a seguir estamos a chorar o dia dos mortos, o dia dos nossos entes queridos que já não estão cá.
Para mim, o dia das bruxas passou-me sempre ao lado, e nunca gostei do dia 1 e 2 de Novembro, porque sempre achei ser um dia triste (e é!).
Este ano perdi uma das pessoas mais importantes para mim, o meu querido avô.
Faz algum sentido eu estar a comemorar, a ir a festas, e a enfeitar a minha casa de coisas assustadoras, para no dia a seguir, ter de ir ao cemitério, olhar para a campa do meu avô e desatar a chorar? Para mim não faz.
E não, não sou daquelas pessoas que só vai ao cemitério no dia 1 de Novembro, vou com bastante frequência, pelo menos agora, mas faz parte da tradição da minha família reunir-se e ir ao cemitério no dia 1 de Novembro.
E é um ambiente de cortar à faca, ouve-se choro, e vêm-se fotografias de rostos que nunca esqueceremos mas que infelizmente também nunca mais veremos em vida.
E porque raio havemos de festejar o dia de uns seres (bruxas) que são associadas ao mal? E eu sinceramente acredito que elas existam.
Mas não me peçam para achar piada a este dia, porque não acho.
Se alguém ler isto, e for fã do Halloween que me dê uma explicação breve nos comentários sobre o porque do entusiasmo com que se vive este dia/noite. Gostava também de poder entender o lado das pessoas que vivem e festejam este dia.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
1h de drama
Eu sou filha única, e sou mesmo muito menina dos papás. Mesmo.
Houve tempos, na minha adolescência, na fase estúpida que toda a gente tem, penso eu, em que não queria passar tempo com os meus pais. Chegava da escola e enfiava-me no quarto, saía para comer e pouco mais, não lhes dava atenção, e as discussões eram muitas.
E depois a estupidez passa, e percebemos as asneiras que fizemos, as roupas horrorosas que vestimos, as maquilhagens ridículas que levamos para a escola, e quão estúpidos fomos para os nossos pais.
Aos 16 anos fui para um colégio interno. E quando voltei, um ano depois, era uma pessoa completamente diferente.
Foi dos anos mais duros que tive, mas também foi dos melhores, cresci tanto, a minha responsabilidade, que já era bastante, triplicou, aprendi tanto, conheci tantas pessoas, chorei muito mas acho que ri ainda mais.
Lembro-me que chorava quase todos os dias com saudades dos meus pais. Foi aí que despertei.
Foi aí que comecei a pôr os meus pais no maior pedestal, foi aí que percebi que nunca ia amar nada nem ninguém como os amo a eles, foi aí que percebi que ninguém, nunca, me vai amar como eles me amam, Acho que nunca lhes vou conseguir agradecer por tudo o que fizeram e continuam a fazer por mim.
Hoje tenho uma relação com eles, como nunca tive, estou longe deles, mas preciso de falar com eles todos os dias, e sempre que posso e tenho mais tempo vou logo a correr para os braços deles e para a minha terrinha. Não quero nem consigo pensar que eles estão a envelhecer, não me imagino a ficar sem nenhum deles, sinto que quando os perder não vou aguentar.
Tudo isto porque hoje aconteceu uma coisa que me deixou com o coração nas mãos, e em lágrimas durante uma hora.
Todos os dias, por volta das 20h da noite a minha mãe ou o meu pai liga-me ou eu ligo-lhes a eles, nem que seja uma conversa de 2 minutos, mas falamos todos os dias à noite.
Não é às 19h, não é às 21h, é às 20h da noite, todas as noites.
Hoje eram já 20h30 e ainda ninguém me tinha ligado, então liguei eu.
Ninguém atendeu e estranhei. Tentei novamente, e novamente sem resposta. Que fique aqui ciente que a minha mãe tem um telemóvel, o meu pai tem dois e ainda temos o telefone fixo de casa. E eu liguei para estes 4 números repetidas vezes e ninguém me atendeu. Não era normal e desatei num pranto, o coração a mil à hora, só pelo simples facto de não encontrar explicação para nenhum deles atender.
Passado 1h liga-me o meu pai. Tinha ido ao café e deixou os dois telemóveis no carro. Ok fiquei mais descansada, mas perguntei-lhe pela mãe. Ao que ele responde: "A mãe está em casa, ainda não falaste com ela?".
É aí que o meu coração dispara. Se ela está em casa, porque não atende??? O meu pai foi logo para casa ver o que se passava.
Passado 20 minutos a minha mãe liga-me, e mal oiço a voz dela começo a chorar e a resmungar com ela. Ela lá me explica que estava a falar ao telefone já há uma 1h com uma cliente e não a tinha conseguido despachar. Não passou de um contra-tempo. Mas porra, eu fiquei com o coração nas mãos durante 1h. Parece que sou eu a mãe deles.
No fim, diz-me ela: "Agora já sabes o que sinto quando te ligo e tu não atendes à primeira?"
Sou tão dramática. Nem quero imaginar como serei se um dia tiver filhos.
Houve tempos, na minha adolescência, na fase estúpida que toda a gente tem, penso eu, em que não queria passar tempo com os meus pais. Chegava da escola e enfiava-me no quarto, saía para comer e pouco mais, não lhes dava atenção, e as discussões eram muitas.
E depois a estupidez passa, e percebemos as asneiras que fizemos, as roupas horrorosas que vestimos, as maquilhagens ridículas que levamos para a escola, e quão estúpidos fomos para os nossos pais.
Aos 16 anos fui para um colégio interno. E quando voltei, um ano depois, era uma pessoa completamente diferente.
Foi dos anos mais duros que tive, mas também foi dos melhores, cresci tanto, a minha responsabilidade, que já era bastante, triplicou, aprendi tanto, conheci tantas pessoas, chorei muito mas acho que ri ainda mais.
Lembro-me que chorava quase todos os dias com saudades dos meus pais. Foi aí que despertei.
Foi aí que comecei a pôr os meus pais no maior pedestal, foi aí que percebi que nunca ia amar nada nem ninguém como os amo a eles, foi aí que percebi que ninguém, nunca, me vai amar como eles me amam, Acho que nunca lhes vou conseguir agradecer por tudo o que fizeram e continuam a fazer por mim.
Hoje tenho uma relação com eles, como nunca tive, estou longe deles, mas preciso de falar com eles todos os dias, e sempre que posso e tenho mais tempo vou logo a correr para os braços deles e para a minha terrinha. Não quero nem consigo pensar que eles estão a envelhecer, não me imagino a ficar sem nenhum deles, sinto que quando os perder não vou aguentar.
Tudo isto porque hoje aconteceu uma coisa que me deixou com o coração nas mãos, e em lágrimas durante uma hora.
Todos os dias, por volta das 20h da noite a minha mãe ou o meu pai liga-me ou eu ligo-lhes a eles, nem que seja uma conversa de 2 minutos, mas falamos todos os dias à noite.
Não é às 19h, não é às 21h, é às 20h da noite, todas as noites.
Hoje eram já 20h30 e ainda ninguém me tinha ligado, então liguei eu.
Ninguém atendeu e estranhei. Tentei novamente, e novamente sem resposta. Que fique aqui ciente que a minha mãe tem um telemóvel, o meu pai tem dois e ainda temos o telefone fixo de casa. E eu liguei para estes 4 números repetidas vezes e ninguém me atendeu. Não era normal e desatei num pranto, o coração a mil à hora, só pelo simples facto de não encontrar explicação para nenhum deles atender.
Passado 1h liga-me o meu pai. Tinha ido ao café e deixou os dois telemóveis no carro. Ok fiquei mais descansada, mas perguntei-lhe pela mãe. Ao que ele responde: "A mãe está em casa, ainda não falaste com ela?".
É aí que o meu coração dispara. Se ela está em casa, porque não atende??? O meu pai foi logo para casa ver o que se passava.
Passado 20 minutos a minha mãe liga-me, e mal oiço a voz dela começo a chorar e a resmungar com ela. Ela lá me explica que estava a falar ao telefone já há uma 1h com uma cliente e não a tinha conseguido despachar. Não passou de um contra-tempo. Mas porra, eu fiquei com o coração nas mãos durante 1h. Parece que sou eu a mãe deles.
No fim, diz-me ela: "Agora já sabes o que sinto quando te ligo e tu não atendes à primeira?"
Sou tão dramática. Nem quero imaginar como serei se um dia tiver filhos.
Viciada em séries #5 - Blindspot
Hoje trago-vos uma série, que para quem é amante de séries do género do CSI, e séries policias, esta é a ideal para vocês!
Sinopse: Blindspot conta a história de um agente do FBI que, misteriosamente, se vê em meio a uma conspiração. A história começa quando Jane Doe (Jaimie Alexander), completamente sem memória, é encontrada nua no meio da Times Square, em Nova York, com o corpo coberto de tatuagens recentes. E uma dessas tatuagens é o nome do agente do FBI Kurt Weller (Sullivan Stapleton). Agora, ele terá que desvendar os mistérios: Quem é esta mulher e o que significam suas tatuagens?
Eu gosto da série, tem um twist diferente das séries policiais, e é um enredo que nos prende ao ecrã, tem imenso suspense e parece que nunca percebemos nada do que está a acontecer verdadeiramente na série.
Personagem favorita:
Nesta série eu acho que todo o cast é muito bom, e não consigo escolher uma personagem favorita, penso que todo o enredo é mesmo muito em conseguido.
Sinopse: Blindspot conta a história de um agente do FBI que, misteriosamente, se vê em meio a uma conspiração. A história começa quando Jane Doe (Jaimie Alexander), completamente sem memória, é encontrada nua no meio da Times Square, em Nova York, com o corpo coberto de tatuagens recentes. E uma dessas tatuagens é o nome do agente do FBI Kurt Weller (Sullivan Stapleton). Agora, ele terá que desvendar os mistérios: Quem é esta mulher e o que significam suas tatuagens?
Eu gosto da série, tem um twist diferente das séries policiais, e é um enredo que nos prende ao ecrã, tem imenso suspense e parece que nunca percebemos nada do que está a acontecer verdadeiramente na série.
Personagem favorita:
Nesta série eu acho que todo o cast é muito bom, e não consigo escolher uma personagem favorita, penso que todo o enredo é mesmo muito em conseguido.
sábado, 22 de outubro de 2016
Ir às compras, agora, é difícil!
Vocês imaginam o quão difícil é ir a um hipermercado quando estamos de dieta?
É muito difícil mesmo! Hoje fui ao Continente, e o espírito do Halloween estava instalado por toda a parte, ou seja, a cada esquina havia só doces em promoção, e coisas que fazem mal.
Estive quase a ceder, estive quase a pegar num pacote de batatas fritas, estive quase a pegar numa pizza, mas não, mantive-me forte e fiel à promessa que fiz a mim e à minha mãe.
Para quem está na mesma luta que eu, tenham força quando vão às compras, não é fácil, só as coisas que não devemos comer nos saltam à vista, não e nada fácil, mas há que ser forte e levar esta luta até ao fim.
É muito difícil mesmo! Hoje fui ao Continente, e o espírito do Halloween estava instalado por toda a parte, ou seja, a cada esquina havia só doces em promoção, e coisas que fazem mal.
Estive quase a ceder, estive quase a pegar num pacote de batatas fritas, estive quase a pegar numa pizza, mas não, mantive-me forte e fiel à promessa que fiz a mim e à minha mãe.
Para quem está na mesma luta que eu, tenham força quando vão às compras, não é fácil, só as coisas que não devemos comer nos saltam à vista, não e nada fácil, mas há que ser forte e levar esta luta até ao fim.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Desabafo de ultima hora
Há dias em que não sei onde hei-de ir buscar forças para me manter feliz e optimista.
Há dias (hoje) em que não tenho motivação para fazer nada.
Houve alturas na minha vida que pensava que era um cubo de gelo. Não sentia nada. Não sentia amor, não sentia dor, não chorava. Estava simplesmente quieta no meu canto sem reagir a nada.
Mas depois, nos últimos meses, tudo mudou, e um estado melancólico instalou-se em mim.
Uma série de acontecimentos desencadearam isto. Mas neste momento sinto que nunca vou conseguir ultrapassar este mau momento, este estado de melancolia que se está a apoderar de mim.
Sinto-me sozinha, e já nem com os meus amigos consigo conversar sobre mim, sobre toda a dor que tenho dentro de mim.
Porque isto de ter um blog é também uma terapia, e este foi o desabafo de ultima hora,
Há dias (hoje) em que não tenho motivação para fazer nada.
Houve alturas na minha vida que pensava que era um cubo de gelo. Não sentia nada. Não sentia amor, não sentia dor, não chorava. Estava simplesmente quieta no meu canto sem reagir a nada.
Mas depois, nos últimos meses, tudo mudou, e um estado melancólico instalou-se em mim.
Uma série de acontecimentos desencadearam isto. Mas neste momento sinto que nunca vou conseguir ultrapassar este mau momento, este estado de melancolia que se está a apoderar de mim.
Sinto-me sozinha, e já nem com os meus amigos consigo conversar sobre mim, sobre toda a dor que tenho dentro de mim.
Porque isto de ter um blog é também uma terapia, e este foi o desabafo de ultima hora,
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Diário de uma solteira #12 - Os Homens (não) choram.
Dizem que os homens não choram. E se choram, choram só para eles. As mulheres choram muito, choram por desgostos amorosos, choram porque se sentem feias, choram porque não tem roupa choram por que sim, choram porque não. Os homens não.
Por isso é que acho que ver um homem chorar parte o coração. Se um homem chorar à tua frente é porque ele confia mesmo em ti. Na mente dele está a expor-se da maneira mais extrema, porque um dia alguém disse que os homens não choram.
Hoje lembrei-me das vezes que choraste à minha frente, foram poucas, mas as suficientes para perceber que confiavas tanto em mim para o fazeres comigo. O teu sorriso derretia-me, mas as tuas lágrimas deixavam-me paralisada.
Lembro-me da primeira vez que te ouvi chorar, ligaste-me e desataste num pranto tímido. Fui forte por ti, mas derreti-me por dentro.
A segunda vez arranquei-te as lágrimas quase à força, sabia que não estavas bem mas não querias falar, mas quando falaste... as lágrimas surgiram outra vez, quis chorar contigo, mas naquele momento não era das minhas lágrimas que precisavas, mas sim da minha força.
Mas a mais marcante foi a ultima vez que te vi chorar. E nessa vez choramos juntos. Tive a minha cerimónia de finalista, e quando acabou vieste ter comigo abraçaste-me a chorar de orgulho, e nesse momento não aguentei, baixei a minha armadura e chorei contigo, naquele momento acho que chorávamos por outras coisas, por tudo o que podíamos ter sido e não fomos. Quando chegou a vez de me dares as três bengaladas na cartola, (diz a tradição que por cada bengalada tem de se desejar/dizer algo ao ouvido) sussurraste-me ainda com lágrimas nos olhos "desculpa, estou feliz, mas não consigo dizer-te nada se não, não vou conseguir parar de chorar". Nesse momento eu sabia que a nossa história tinha acabado ali, no meio das nossas lágrimas. Mesmo assim fiquei feliz, por pela primeira vez poder ver-te a chorar de alegria.
Hoje lembrei-me das vezes em que choraste à minha frente e comigo, E hoje chorei ao lembrar-me disso.
Hoje ainda me custa vê-la chegar ao pé de ti e beijar-te. Sorrio e desvio o olhar. Está tudo bem. Hoje também posso chorar, desta vez sem tu saberes.
Por isso é que acho que ver um homem chorar parte o coração. Se um homem chorar à tua frente é porque ele confia mesmo em ti. Na mente dele está a expor-se da maneira mais extrema, porque um dia alguém disse que os homens não choram.
Hoje lembrei-me das vezes que choraste à minha frente, foram poucas, mas as suficientes para perceber que confiavas tanto em mim para o fazeres comigo. O teu sorriso derretia-me, mas as tuas lágrimas deixavam-me paralisada.
Lembro-me da primeira vez que te ouvi chorar, ligaste-me e desataste num pranto tímido. Fui forte por ti, mas derreti-me por dentro.
A segunda vez arranquei-te as lágrimas quase à força, sabia que não estavas bem mas não querias falar, mas quando falaste... as lágrimas surgiram outra vez, quis chorar contigo, mas naquele momento não era das minhas lágrimas que precisavas, mas sim da minha força.
Mas a mais marcante foi a ultima vez que te vi chorar. E nessa vez choramos juntos. Tive a minha cerimónia de finalista, e quando acabou vieste ter comigo abraçaste-me a chorar de orgulho, e nesse momento não aguentei, baixei a minha armadura e chorei contigo, naquele momento acho que chorávamos por outras coisas, por tudo o que podíamos ter sido e não fomos. Quando chegou a vez de me dares as três bengaladas na cartola, (diz a tradição que por cada bengalada tem de se desejar/dizer algo ao ouvido) sussurraste-me ainda com lágrimas nos olhos "desculpa, estou feliz, mas não consigo dizer-te nada se não, não vou conseguir parar de chorar". Nesse momento eu sabia que a nossa história tinha acabado ali, no meio das nossas lágrimas. Mesmo assim fiquei feliz, por pela primeira vez poder ver-te a chorar de alegria.
Hoje lembrei-me das vezes em que choraste à minha frente e comigo, E hoje chorei ao lembrar-me disso.
Hoje ainda me custa vê-la chegar ao pé de ti e beijar-te. Sorrio e desvio o olhar. Está tudo bem. Hoje também posso chorar, desta vez sem tu saberes.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Caracol em Dieta #3 - Um mês depois
Hoje faz um mês que iniciei a minha dieta, a minha reeducação alimentar, a minha nova vida, o meu novo eu. Enchi-me de coragem, marquei consulta num nutricionista, porque sei que sozinha nunca iria conseguir levar isto avante.
As mudanças foram muitas, eu sei que estão fartos de ouvir estas dicas, sei que não é preciso ir a nenhum nutricionista para saber as regras, mas a verdade é que muita pouca gente cumpre isto à letra, e se cumpre dois dias, no resto da semana já se descuida. Mas para quem quer perder peso isto tem mesmo de ser levado à risca, dia após dia!
Então as principais mudanças que eu adoptei no meu dia-a-dia foram as seguintes:
- Fazer mais refeições durante o dia.
- Comer menos porções de comida em cada refeição (muito menos do que normalmente comia)
- Beber no mínimo 2L de água, há dias em que chego aos 3L de água/ chá por dia.
- Hidratos de carbono do tipo massa, arroz e batata? Só duas ou três vezes por semana ao almoço e com quantidades muito moderadas.
- Jantar: Zero hidratos de carbono, muita sopa (sem batata), saladas, peixes ou carnes grelhada.
- Fruta, muita fruta, mas só determinadas frutas, pois algumas estão restringidas por serem muito calóricas( ex: banana, uvas, figos). A fruta que como mais é o Kiwi e tangerinas.
- Nada de frutos secos para já, são demasiado calóricos e como são pequeninos facilmente ultrapassamos a quantidade certa para nós.
- Risquei completamente o pão. Aliás, o meu nutricionista fez um negócio comigo, nos dias em que fizesse exercício eu podia comer uma fatia de pão. Mas desde que iniciei a dieta ainda não comi pão.
- Exercício físico claro. Esta é que me tem custado mais, confesso que sou preguiçosa e nunca tive vontade de fazer exercício físico, nesta área o que tenho feito é andar muito, ir a pé para a faculdade, escadas em vez de elevador, etc. Mas sei que tenho mesmo de começar a fazer exercício à seria!
Estas foram as principais mudanças, mas há mais claro, conto numa próxima, mas agora vamos a números, depois de um mês com estas alterações eis o resultado:
As mudanças foram muitas, eu sei que estão fartos de ouvir estas dicas, sei que não é preciso ir a nenhum nutricionista para saber as regras, mas a verdade é que muita pouca gente cumpre isto à letra, e se cumpre dois dias, no resto da semana já se descuida. Mas para quem quer perder peso isto tem mesmo de ser levado à risca, dia após dia!
Então as principais mudanças que eu adoptei no meu dia-a-dia foram as seguintes:
- Fazer mais refeições durante o dia.
- Comer menos porções de comida em cada refeição (muito menos do que normalmente comia)
- Beber no mínimo 2L de água, há dias em que chego aos 3L de água/ chá por dia.
- Hidratos de carbono do tipo massa, arroz e batata? Só duas ou três vezes por semana ao almoço e com quantidades muito moderadas.
- Jantar: Zero hidratos de carbono, muita sopa (sem batata), saladas, peixes ou carnes grelhada.
- Fruta, muita fruta, mas só determinadas frutas, pois algumas estão restringidas por serem muito calóricas( ex: banana, uvas, figos). A fruta que como mais é o Kiwi e tangerinas.
- Nada de frutos secos para já, são demasiado calóricos e como são pequeninos facilmente ultrapassamos a quantidade certa para nós.
- Risquei completamente o pão. Aliás, o meu nutricionista fez um negócio comigo, nos dias em que fizesse exercício eu podia comer uma fatia de pão. Mas desde que iniciei a dieta ainda não comi pão.
- Exercício físico claro. Esta é que me tem custado mais, confesso que sou preguiçosa e nunca tive vontade de fazer exercício físico, nesta área o que tenho feito é andar muito, ir a pé para a faculdade, escadas em vez de elevador, etc. Mas sei que tenho mesmo de começar a fazer exercício à seria!
Estas foram as principais mudanças, mas há mais claro, conto numa próxima, mas agora vamos a números, depois de um mês com estas alterações eis o resultado:
Não podia estar mais feliz, todo o esforço compensa. Quando iniciei a minha dieta o meu IMC estava no nível de Obesidade I , hoje já desci para o nível Acima do peso.
Perdi 5,6 Kg e estou feliz, vou continuar com esta luta, custe o que custar, desta vez não desisto!
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