Há dias em que não sei onde hei-de ir buscar forças para me manter feliz e optimista.
Há dias (hoje) em que não tenho motivação para fazer nada.
Houve alturas na minha vida que pensava que era um cubo de gelo. Não sentia nada. Não sentia amor, não sentia dor, não chorava. Estava simplesmente quieta no meu canto sem reagir a nada.
Mas depois, nos últimos meses, tudo mudou, e um estado melancólico instalou-se em mim.
Uma série de acontecimentos desencadearam isto. Mas neste momento sinto que nunca vou conseguir ultrapassar este mau momento, este estado de melancolia que se está a apoderar de mim.
Sinto-me sozinha, e já nem com os meus amigos consigo conversar sobre mim, sobre toda a dor que tenho dentro de mim.
Porque isto de ter um blog é também uma terapia, e este foi o desabafo de ultima hora,
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Diário de uma solteira #12 - Os Homens (não) choram.
Dizem que os homens não choram. E se choram, choram só para eles. As mulheres choram muito, choram por desgostos amorosos, choram porque se sentem feias, choram porque não tem roupa choram por que sim, choram porque não. Os homens não.
Por isso é que acho que ver um homem chorar parte o coração. Se um homem chorar à tua frente é porque ele confia mesmo em ti. Na mente dele está a expor-se da maneira mais extrema, porque um dia alguém disse que os homens não choram.
Hoje lembrei-me das vezes que choraste à minha frente, foram poucas, mas as suficientes para perceber que confiavas tanto em mim para o fazeres comigo. O teu sorriso derretia-me, mas as tuas lágrimas deixavam-me paralisada.
Lembro-me da primeira vez que te ouvi chorar, ligaste-me e desataste num pranto tímido. Fui forte por ti, mas derreti-me por dentro.
A segunda vez arranquei-te as lágrimas quase à força, sabia que não estavas bem mas não querias falar, mas quando falaste... as lágrimas surgiram outra vez, quis chorar contigo, mas naquele momento não era das minhas lágrimas que precisavas, mas sim da minha força.
Mas a mais marcante foi a ultima vez que te vi chorar. E nessa vez choramos juntos. Tive a minha cerimónia de finalista, e quando acabou vieste ter comigo abraçaste-me a chorar de orgulho, e nesse momento não aguentei, baixei a minha armadura e chorei contigo, naquele momento acho que chorávamos por outras coisas, por tudo o que podíamos ter sido e não fomos. Quando chegou a vez de me dares as três bengaladas na cartola, (diz a tradição que por cada bengalada tem de se desejar/dizer algo ao ouvido) sussurraste-me ainda com lágrimas nos olhos "desculpa, estou feliz, mas não consigo dizer-te nada se não, não vou conseguir parar de chorar". Nesse momento eu sabia que a nossa história tinha acabado ali, no meio das nossas lágrimas. Mesmo assim fiquei feliz, por pela primeira vez poder ver-te a chorar de alegria.
Hoje lembrei-me das vezes em que choraste à minha frente e comigo, E hoje chorei ao lembrar-me disso.
Hoje ainda me custa vê-la chegar ao pé de ti e beijar-te. Sorrio e desvio o olhar. Está tudo bem. Hoje também posso chorar, desta vez sem tu saberes.
Por isso é que acho que ver um homem chorar parte o coração. Se um homem chorar à tua frente é porque ele confia mesmo em ti. Na mente dele está a expor-se da maneira mais extrema, porque um dia alguém disse que os homens não choram.
Hoje lembrei-me das vezes que choraste à minha frente, foram poucas, mas as suficientes para perceber que confiavas tanto em mim para o fazeres comigo. O teu sorriso derretia-me, mas as tuas lágrimas deixavam-me paralisada.
Lembro-me da primeira vez que te ouvi chorar, ligaste-me e desataste num pranto tímido. Fui forte por ti, mas derreti-me por dentro.
A segunda vez arranquei-te as lágrimas quase à força, sabia que não estavas bem mas não querias falar, mas quando falaste... as lágrimas surgiram outra vez, quis chorar contigo, mas naquele momento não era das minhas lágrimas que precisavas, mas sim da minha força.
Mas a mais marcante foi a ultima vez que te vi chorar. E nessa vez choramos juntos. Tive a minha cerimónia de finalista, e quando acabou vieste ter comigo abraçaste-me a chorar de orgulho, e nesse momento não aguentei, baixei a minha armadura e chorei contigo, naquele momento acho que chorávamos por outras coisas, por tudo o que podíamos ter sido e não fomos. Quando chegou a vez de me dares as três bengaladas na cartola, (diz a tradição que por cada bengalada tem de se desejar/dizer algo ao ouvido) sussurraste-me ainda com lágrimas nos olhos "desculpa, estou feliz, mas não consigo dizer-te nada se não, não vou conseguir parar de chorar". Nesse momento eu sabia que a nossa história tinha acabado ali, no meio das nossas lágrimas. Mesmo assim fiquei feliz, por pela primeira vez poder ver-te a chorar de alegria.
Hoje lembrei-me das vezes em que choraste à minha frente e comigo, E hoje chorei ao lembrar-me disso.
Hoje ainda me custa vê-la chegar ao pé de ti e beijar-te. Sorrio e desvio o olhar. Está tudo bem. Hoje também posso chorar, desta vez sem tu saberes.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Caracol em Dieta #3 - Um mês depois
Hoje faz um mês que iniciei a minha dieta, a minha reeducação alimentar, a minha nova vida, o meu novo eu. Enchi-me de coragem, marquei consulta num nutricionista, porque sei que sozinha nunca iria conseguir levar isto avante.
As mudanças foram muitas, eu sei que estão fartos de ouvir estas dicas, sei que não é preciso ir a nenhum nutricionista para saber as regras, mas a verdade é que muita pouca gente cumpre isto à letra, e se cumpre dois dias, no resto da semana já se descuida. Mas para quem quer perder peso isto tem mesmo de ser levado à risca, dia após dia!
Então as principais mudanças que eu adoptei no meu dia-a-dia foram as seguintes:
- Fazer mais refeições durante o dia.
- Comer menos porções de comida em cada refeição (muito menos do que normalmente comia)
- Beber no mínimo 2L de água, há dias em que chego aos 3L de água/ chá por dia.
- Hidratos de carbono do tipo massa, arroz e batata? Só duas ou três vezes por semana ao almoço e com quantidades muito moderadas.
- Jantar: Zero hidratos de carbono, muita sopa (sem batata), saladas, peixes ou carnes grelhada.
- Fruta, muita fruta, mas só determinadas frutas, pois algumas estão restringidas por serem muito calóricas( ex: banana, uvas, figos). A fruta que como mais é o Kiwi e tangerinas.
- Nada de frutos secos para já, são demasiado calóricos e como são pequeninos facilmente ultrapassamos a quantidade certa para nós.
- Risquei completamente o pão. Aliás, o meu nutricionista fez um negócio comigo, nos dias em que fizesse exercício eu podia comer uma fatia de pão. Mas desde que iniciei a dieta ainda não comi pão.
- Exercício físico claro. Esta é que me tem custado mais, confesso que sou preguiçosa e nunca tive vontade de fazer exercício físico, nesta área o que tenho feito é andar muito, ir a pé para a faculdade, escadas em vez de elevador, etc. Mas sei que tenho mesmo de começar a fazer exercício à seria!
Estas foram as principais mudanças, mas há mais claro, conto numa próxima, mas agora vamos a números, depois de um mês com estas alterações eis o resultado:
As mudanças foram muitas, eu sei que estão fartos de ouvir estas dicas, sei que não é preciso ir a nenhum nutricionista para saber as regras, mas a verdade é que muita pouca gente cumpre isto à letra, e se cumpre dois dias, no resto da semana já se descuida. Mas para quem quer perder peso isto tem mesmo de ser levado à risca, dia após dia!
Então as principais mudanças que eu adoptei no meu dia-a-dia foram as seguintes:
- Fazer mais refeições durante o dia.
- Comer menos porções de comida em cada refeição (muito menos do que normalmente comia)
- Beber no mínimo 2L de água, há dias em que chego aos 3L de água/ chá por dia.
- Hidratos de carbono do tipo massa, arroz e batata? Só duas ou três vezes por semana ao almoço e com quantidades muito moderadas.
- Jantar: Zero hidratos de carbono, muita sopa (sem batata), saladas, peixes ou carnes grelhada.
- Fruta, muita fruta, mas só determinadas frutas, pois algumas estão restringidas por serem muito calóricas( ex: banana, uvas, figos). A fruta que como mais é o Kiwi e tangerinas.
- Nada de frutos secos para já, são demasiado calóricos e como são pequeninos facilmente ultrapassamos a quantidade certa para nós.
- Risquei completamente o pão. Aliás, o meu nutricionista fez um negócio comigo, nos dias em que fizesse exercício eu podia comer uma fatia de pão. Mas desde que iniciei a dieta ainda não comi pão.
- Exercício físico claro. Esta é que me tem custado mais, confesso que sou preguiçosa e nunca tive vontade de fazer exercício físico, nesta área o que tenho feito é andar muito, ir a pé para a faculdade, escadas em vez de elevador, etc. Mas sei que tenho mesmo de começar a fazer exercício à seria!
Estas foram as principais mudanças, mas há mais claro, conto numa próxima, mas agora vamos a números, depois de um mês com estas alterações eis o resultado:
Não podia estar mais feliz, todo o esforço compensa. Quando iniciei a minha dieta o meu IMC estava no nível de Obesidade I , hoje já desci para o nível Acima do peso.
Perdi 5,6 Kg e estou feliz, vou continuar com esta luta, custe o que custar, desta vez não desisto!
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Preguiça...
Nestes últimos dias a preguiça tem sido muita mesmo!
Não me apetece fazer nada, só me apetece estar na ronha a ver séries.
Para mim já chegou o Outono. E como eu adoro o Outono!
Amanhã volto à carga, o meu relatório está ali a chamar por mim e eu tenho-o ignorado, mas neste momento não posso mais.... Tem de ser!
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Os taxistas que perderam uma cliente!
Eu que até era uma pessoa que andava de táxi com regularidade, pelo menos sempre que saio à noite, prefiro ir de táxi para casa do que beber e conduzir ou ir de boleia com um amigo que bebeu.
Nunca andei de Uber, mas desde segunda que instalei a aplicação da Uber.
Agora os taxistas metem-me nojo. A serio, depois daquelas das meninas virgens, do vandalismo e violência o que se pode esperar de taxistas deste calibre? Talvez tenham perdido uma cliente.
Mas tenho pena, porque já apanhei taxistas tão gentis, tão cultos e tão simpáticos que vão levar por tabela por causa destes animais.
Nunca andei de Uber, mas desde segunda que instalei a aplicação da Uber.
Agora os taxistas metem-me nojo. A serio, depois daquelas das meninas virgens, do vandalismo e violência o que se pode esperar de taxistas deste calibre? Talvez tenham perdido uma cliente.
Mas tenho pena, porque já apanhei taxistas tão gentis, tão cultos e tão simpáticos que vão levar por tabela por causa destes animais.
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Caracol em dieta #2
Duas semanas depois venho trazer-vos mais novidades desta minha luta.
Acho que até me tenho aguentado bem, a balança é que nestes últimos dias não foi muito simpática para mim, quer dizer, não engordei, mas estava à espera de emagrecer bem mais. Eu sei que na primeira semana e meia perdi muito peso, 3kg numa semana e meia é mesmo muito, e também sei que é impossível eu perder esta quantidade de peso a cada semana, mas nestes últimos 15 dias eu esforcei-me mesmo muito, passei o fim-de-semana praticamente a sopa, fiz exercício e a balança teima em não descer muito mais...
Mas desta vez nada me demove, não posso parar esta luta!
Ora vamos lá a números:
Acho que até me tenho aguentado bem, a balança é que nestes últimos dias não foi muito simpática para mim, quer dizer, não engordei, mas estava à espera de emagrecer bem mais. Eu sei que na primeira semana e meia perdi muito peso, 3kg numa semana e meia é mesmo muito, e também sei que é impossível eu perder esta quantidade de peso a cada semana, mas nestes últimos 15 dias eu esforcei-me mesmo muito, passei o fim-de-semana praticamente a sopa, fiz exercício e a balança teima em não descer muito mais...
Mas desta vez nada me demove, não posso parar esta luta!
Ora vamos lá a números:
O que é que vocês acham? A vossa opinião é importante para mim, por isso digam-me lá de vossa justiça :)
sábado, 8 de outubro de 2016
A guerra de gerações, e as boas acções esquecidas
Eu nunca entrei muito nesta dita "guerra de gerações", mas é sabido que existe. Pessoas acima de uma determinada idade (eu diria meia idade), estão constantemente a proferir as seguintes frases:
- "No meu tempo não era nada disto..."
- "Hoje em dia os jovens só querem saber de drogas, alcool, tabaco e festas"
- " Os jovens de hoje em dia são uns mal educados"
- " Os jovens de hoje em dia já não querem saber da família e de quem os educou"
- " Os jovens de hoje em dia não tem responsabilidade nenhuma!" - Entre outras coisas do género.
Estas conversas são normalmente apanhadas em paragens de autocarro, filas de supermercado, nos comentários do facebook, ou num qualquer espaço publico.
Se soubessem o quanto me irrita ouvir isto. Irrita-me! Já ouvi várias vezes conversas destas, mas fui educada (coisa que eles dizem que os jovens não são) e calei-me, guardei para mim e respeitei a opinião.
Eu sei que neste mundo há de tudo, há jovens mal educados, há jovens sem objectivos e responsabilidades, há jovens viciados em alcool e tabaco. Sim tudo isto existe! Mas não é só aos jovens que isto acontece, acontece a pessoas de todas as idades e feitios!
Eu sinceramente estou um bocadinho farta que acusem a minha geração de ser um montão de coisas que na realidade não somos!
Este post vem a propósito de uma situação que me aconteceu ontem no supermercado.
Quando entrei no Continente estavam JOVENS VOLUNTÁRIOS (todos com idades entre os 18 e 25 anos mais ou menos) da cruz vermelha a entregar panfletos e sacos para quem quisesse contribuir de alguma forma com comida, nem que fosse só uma lata de atum. Entrei, e um JOVEM explicou-me a causa e eu aceitei e peguei num saco. Entretanto fui fazer as minhas compras e fui à zona do talho onde estava um fila enorme e onde tive de esperar imenso tempo, curiosamente, perto desta zona do talho estava um JOVEM voluntário a distribuir os tais sacos para quem quisesse ajudar. Como estive ali imenso tempo na fila à espera da minha vez pude observar quem é que pegava nos sacos e quem é que nem sequer respondia ao JOVEM voluntário. Estive na fila cerca de 25 minutos, e nesse espaço de tempo devo ter visto cerca de 10 JOVENS que entraram no supermercado e pegaram nos sacos para ajudar. Sabem quantas pessoas mais velhas vi a ajudar? Zero. Nada.
Mas tudo bem, respeito que nem toda a gente possa ajudar. Mas sabem o que é que estava a acontecer na fila do talho? Uma dessas conversas com as frases já mencionadas acima entre três senhoras com os seus 50. Não lhes vi nenhum saco da cruz vermelha na mão. Mas pronto, os JOVENS é que são uns parasitas da sociedade.
Em relação à ajuda da cruz vermelha, custa-me mesmo ver pessoas a entrar no supermercado e ignorar por completo estas acções. A minha contribuição foi pouca, mas tenho a certeza que vai ajudar alguém:
- 1 pacote de sal grosso (20 cent)
- 1 L de leite (45 cent)
- 3 pacotes de bolachas tipo cracker (30 cent cada)
- 1 Lata grande de feijão (50 cent)
Não fiquei mais pobre por isto, mas sei que ajudei. Mas isso não interessa nada porque vou sempre pertencer à geração dos JOVENS mal educados, egoístas, e ignorantes.
- "No meu tempo não era nada disto..."
- "Hoje em dia os jovens só querem saber de drogas, alcool, tabaco e festas"
- " Os jovens de hoje em dia são uns mal educados"
- " Os jovens de hoje em dia já não querem saber da família e de quem os educou"
- " Os jovens de hoje em dia não tem responsabilidade nenhuma!" - Entre outras coisas do género.
Estas conversas são normalmente apanhadas em paragens de autocarro, filas de supermercado, nos comentários do facebook, ou num qualquer espaço publico.
Se soubessem o quanto me irrita ouvir isto. Irrita-me! Já ouvi várias vezes conversas destas, mas fui educada (coisa que eles dizem que os jovens não são) e calei-me, guardei para mim e respeitei a opinião.
Eu sei que neste mundo há de tudo, há jovens mal educados, há jovens sem objectivos e responsabilidades, há jovens viciados em alcool e tabaco. Sim tudo isto existe! Mas não é só aos jovens que isto acontece, acontece a pessoas de todas as idades e feitios!
Eu sinceramente estou um bocadinho farta que acusem a minha geração de ser um montão de coisas que na realidade não somos!
Este post vem a propósito de uma situação que me aconteceu ontem no supermercado.
Quando entrei no Continente estavam JOVENS VOLUNTÁRIOS (todos com idades entre os 18 e 25 anos mais ou menos) da cruz vermelha a entregar panfletos e sacos para quem quisesse contribuir de alguma forma com comida, nem que fosse só uma lata de atum. Entrei, e um JOVEM explicou-me a causa e eu aceitei e peguei num saco. Entretanto fui fazer as minhas compras e fui à zona do talho onde estava um fila enorme e onde tive de esperar imenso tempo, curiosamente, perto desta zona do talho estava um JOVEM voluntário a distribuir os tais sacos para quem quisesse ajudar. Como estive ali imenso tempo na fila à espera da minha vez pude observar quem é que pegava nos sacos e quem é que nem sequer respondia ao JOVEM voluntário. Estive na fila cerca de 25 minutos, e nesse espaço de tempo devo ter visto cerca de 10 JOVENS que entraram no supermercado e pegaram nos sacos para ajudar. Sabem quantas pessoas mais velhas vi a ajudar? Zero. Nada.
Mas tudo bem, respeito que nem toda a gente possa ajudar. Mas sabem o que é que estava a acontecer na fila do talho? Uma dessas conversas com as frases já mencionadas acima entre três senhoras com os seus 50. Não lhes vi nenhum saco da cruz vermelha na mão. Mas pronto, os JOVENS é que são uns parasitas da sociedade.
Em relação à ajuda da cruz vermelha, custa-me mesmo ver pessoas a entrar no supermercado e ignorar por completo estas acções. A minha contribuição foi pouca, mas tenho a certeza que vai ajudar alguém:
- 1 pacote de sal grosso (20 cent)
- 1 L de leite (45 cent)
- 3 pacotes de bolachas tipo cracker (30 cent cada)
- 1 Lata grande de feijão (50 cent)
Não fiquei mais pobre por isto, mas sei que ajudei. Mas isso não interessa nada porque vou sempre pertencer à geração dos JOVENS mal educados, egoístas, e ignorantes.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Viciada em séries #4 - Gotham
Vou-vos ser muito sincera, esta é a série mais diferente do género que costumo ver e gostar, porque sinceramente não gosto muito de séries de super heróis e deste género de ficção, mas confesso só comecei a ver esta série por causa da minha mais forte celebrity crush (já lá vamos).
Por isso pela primeira vez nesta "rubrica" não começo por dizer: Gente vocês tem de ver esta série!!!
Não acho que seja uma série brilhante, longe disso, acho que tem cenas demasiado nhê e mal conseguidas, e penso isto porque como já disse não costumo acompanhar e apreciar este tipo de ficção, mas já que comecei agora vejo até ao fim!
Esta série basicamente é sobre a cidade de Gotham (antes de Batman), uma cidade cheia de crimes e de criaturas e personagens um pouco fora do normal, crime é o prato do dia nesta cidade, e por isso mesmo a série é focada nos policias que tentam deter estes mesmo crimes e é claro é também focada no adolescente Bruce Wayne que perdeu os pais num destes crimes muito misteriosos. Como sabem, ou deveriam saber Bruce Wayne é a pessoa que se vai transformar em Batman, por isso a série acaba por ser interessante por retratar também a vida da cidade antes de Batman surgir.
Personagem favorita:
Por incrível que pareça e acho que pela primeira e única vez a minha personagem favorita é um vilão: Jerome. Ainda não está 100% confirmado mas tudo indica que este Jerome se irá tornar no famoso Joker o eterno inimigo de Batman.
As cenas mais brilhantes da séries são as dele (e também não posso esquecer as belas cenas de O Pinguim, e Fish Mooney), a famosa risada do Joker que ele interpreta na perfeição.
E sim, foi por causa deste jovem que eu comecei a ver a série. O actor que interpreta Jerome (Cameron Monaghan) é a minha mais forte e assumida celebrity crush! Um dia irei dedicar um post só para este incrível, lindo, e talentoso actor. Ainda vão ouvir falar muito deste senhor ele é um actor incrível! Peço-vos, não que vejam a série se não fizer o vosso género, mas pelo menos dêem uma espreitadela às cenas do Jerome, são demasiado boas.
Deixo-vos aqui o video de uma das primeiras cenas dele na série, mas acreditem há muito mais e muito melhores:
E vocês, conhecem a série? O que acharam?
Por isso pela primeira vez nesta "rubrica" não começo por dizer: Gente vocês tem de ver esta série!!!
Não acho que seja uma série brilhante, longe disso, acho que tem cenas demasiado nhê e mal conseguidas, e penso isto porque como já disse não costumo acompanhar e apreciar este tipo de ficção, mas já que comecei agora vejo até ao fim!
Esta série basicamente é sobre a cidade de Gotham (antes de Batman), uma cidade cheia de crimes e de criaturas e personagens um pouco fora do normal, crime é o prato do dia nesta cidade, e por isso mesmo a série é focada nos policias que tentam deter estes mesmo crimes e é claro é também focada no adolescente Bruce Wayne que perdeu os pais num destes crimes muito misteriosos. Como sabem, ou deveriam saber Bruce Wayne é a pessoa que se vai transformar em Batman, por isso a série acaba por ser interessante por retratar também a vida da cidade antes de Batman surgir.
Personagem favorita:
Por incrível que pareça e acho que pela primeira e única vez a minha personagem favorita é um vilão: Jerome. Ainda não está 100% confirmado mas tudo indica que este Jerome se irá tornar no famoso Joker o eterno inimigo de Batman.
As cenas mais brilhantes da séries são as dele (e também não posso esquecer as belas cenas de O Pinguim, e Fish Mooney), a famosa risada do Joker que ele interpreta na perfeição.
E sim, foi por causa deste jovem que eu comecei a ver a série. O actor que interpreta Jerome (Cameron Monaghan) é a minha mais forte e assumida celebrity crush! Um dia irei dedicar um post só para este incrível, lindo, e talentoso actor. Ainda vão ouvir falar muito deste senhor ele é um actor incrível! Peço-vos, não que vejam a série se não fizer o vosso género, mas pelo menos dêem uma espreitadela às cenas do Jerome, são demasiado boas.
Deixo-vos aqui o video de uma das primeiras cenas dele na série, mas acreditem há muito mais e muito melhores:
E vocês, conhecem a série? O que acharam?
terça-feira, 4 de outubro de 2016
O que é que (não) sentes? Borboletas
Há muito tempo que não as sinto. Tenho saudades das borboletas, mas elas há já muito que não me visitam.
Não tenho medo nem complexos de estar solteira.
O meu maior medo é só um: Nunca mais voltar a sentir as borboletas, aquele irrevogável e ardente amor, aquela dorzinha no peito quando suspiramos.
Sinto que cada vez me fecho mais e que nunca mais serei capaz de amar.
Já amei, uma vez, quando ainda tinha a inocência de um coração inquebrável, amei de uma forma tão intensa que quase sentia o peito rasgar. Foi só uma vez. Nunca mais consegui amar ninguém daquela maneira.
Tive algumas paixões, que não passaram disso, paixões, passageiras, fugazes.
Mas amar... nunca mais consegui. Muitas vezes pergunto-me se sou um bloco de gelo. Não sei.
Sei que ainda o amo, um amor diferente claro, um amor que está bem resolvido e guardado num cantinho do meu coração, amo-o só pelo simples facto de ter sido a única pessoa que me fez amar. Foi o meu primeiro amor, e o primeiro nunca se esquece não é verdade?
Mas as borboletas... Ai as borboletas... Tenho saudades delas.
Não tenho medo nem complexos de estar solteira.
O meu maior medo é só um: Nunca mais voltar a sentir as borboletas, aquele irrevogável e ardente amor, aquela dorzinha no peito quando suspiramos.
Sinto que cada vez me fecho mais e que nunca mais serei capaz de amar.
Já amei, uma vez, quando ainda tinha a inocência de um coração inquebrável, amei de uma forma tão intensa que quase sentia o peito rasgar. Foi só uma vez. Nunca mais consegui amar ninguém daquela maneira.
Tive algumas paixões, que não passaram disso, paixões, passageiras, fugazes.
Mas amar... nunca mais consegui. Muitas vezes pergunto-me se sou um bloco de gelo. Não sei.
Sei que ainda o amo, um amor diferente claro, um amor que está bem resolvido e guardado num cantinho do meu coração, amo-o só pelo simples facto de ter sido a única pessoa que me fez amar. Foi o meu primeiro amor, e o primeiro nunca se esquece não é verdade?
Mas as borboletas... Ai as borboletas... Tenho saudades delas.
sábado, 1 de outubro de 2016
#instagramer || 8 || - See you again
Acima destas flores tem a seguinte frase: Os 10 mandamentos do lar.
- Comprensão
- Carinho
- Amizade
- Fé
- Amor
- Fidelidade
- Harmonia
- Diálogo
- Respeito
- Dedicação
Porque é que escolhi esta musica para ser o titulo desta publicação? Porque tem um parte da letra que me toca sempre.
How could we not talk about family
When family's is all that we got?
P.S: Esta foto é da minha autoria, retirada da minha conta pessoal do Instagram. Não utilizar sem pedir a devida autorização.
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
A minha opinião sobre a praxe
Este é um texto bastante irónico, mas que retrata a minha opinião sobre a praxe. É longo, mas acho que vale a pena.
Então, os senhores nunca foram praxados? Nunca sentiram na pele o escorrer do suor dum final de dia de praxe? Não me digam que nunca lhe deram um berro... Pois, grande sorte que tiveram! Menos sorte tive eu... E, era bem pequena. Foi a minha mãe. Não! Foi o meu pai. Bem, para dizer a verdade, não me lembro bem. Ralhavam comigo só porque fazia asneiras ou só porque não lhes obedecia. Pais maus, os meus!
Mais lhes digo, malditas as flexões que fiz durante as aulas de educação física! Então não é que, as danadas, me ajudaram a fazer todas as que os meus doutores me mandaram fazer durante as praxes... Malditas! Malditas! Malditas! Não sei se sou a mesma depois disso...
Para que raio servem as praxes? Sim, senhores, para que raio servem as praxes? Tortura pura! Tortura imposta por uns quantos energúmenos que, só por terem mais matrículas do que os caloiros se acham superiores. Malvados! Só porque têm mais experiência, mais sabedoria, melhor conhecimento acerca das pedras desse caminho, a que se dá o nome de percurso académico, acham-se superiores... Malvados! Pois é, constou-me que, esses animais que andam por aí a praxar são capazes de coisas como colocar os caloiros em fila, dar-lhes a perceber que a vida é feita de hierarquias que às vezes os obrigam a engolir sapos, calar, olhar para o chão e não ter possibilidade de sair quando, na verdade, seria essa a sua vontade. Então, e quando os colocam a cantar em coro o hino de curso? Conseguem ser tão chatos que, mesmo quando já os caloiros o sabem de cor e salteado, são capazes de os obrigar a treinar outra vez. Estava a ver se me ocorria o nome a que se chama isso... Já sei! Persistência e perfecionismo. Malvados! Isso não se ensina a ninguém...
Continuo sem perceber para que servem as praxes... Os caloiros nem sequer se podem rir. Vá, se calhar podem. Riem-se e, lá são outra vez repreendidos. Eu, que sou eu, acho bem! É para aprenderem que, quando o assunto é sério, não se brinca. E, sejamos francos, o estudo é um caso sério. Para dizer a verdade, e aqui que ninguém nos ouve, o que mais falta neste país são pessoas assim. Pessoas incapazes de perceber que há situações na vida com as quais não se deve brincar, nem mesmo quando se está a brincar. Até para brincar, às vezes, é preciso ser-se sério.
O que os praxistas, no fundo, tentam retratar é o mundo cão que está para lá dos limites da nossa tão estimada academia. E, acautelem-se, senhores, porque dias piores virão e, não falo de praxes. Falo-lhe do estado da economia mundial. Isto está negro. Tão negro quanto as capas que trajam os alunos universitários. Esses alunos, digo, animais, que pagam propinas a cada ano que passa.
Temos que ser duros, senhores! Temos que ser duros... Digam-me, sinceramente, quem vai preparar estes jovens para os tempos que se avizinham? Os professores? Os pais, que teimam em levantar as suas vozes contra esses animais que praxam os seus filhos? Afinal, quem vai preparar os jovens para não caírem em estado depressivo de cada vez que lhe forem fechadas portas? Quem os prepara para a falta de auto-estima, de que vão sofrer, quando se aperceberem que um novo tipo de escravidão está por aí a instalar-se? Digam-me senhores!
Está na praxe quem quer. Ninguém é obrigado a estar na praxe. Mas, também lhe digo, só saberá o quão interessante é passar por essa experiência quem, de facto, por ela passar.
Antes de terminar, senhores, deixem-me dizer-lhe o que eu apreendi. Praxe é uma forma de criar laços e de integração - que, quer se queira quer não, em cursos com elevado número de alunos a cada ano - ou vagas -, adicionando todos os outros que estão dispersos pelos anos seguintes, é complicado. Na praxe aprende-se a não desistir à primeira dificuldade, aprende-se a ser persistente, aprende-se a ser assertivo, aprende-se a cooperar, aprende-se a respeitar, aprende-se um conjunto de coisas que só com o decorrer de uma vida teríamos possibilidade de aprender, caso não passássemos por esta etapa. Praxistas há que, fazem questão de que os caloiros se dediquem a relembrar conceitos que, até então estavam guardados no baú de memórias que, lhes serão necessários no decorrer dos seus percursos académicos. Mas, mais do que tudo, a praxe serve para aprender a errar. E, com os erros aprende-se muito, meus senhores.
A praxe serve para que os pais aprendam que os seus filhos já têm idade para levar pancada da vida, sem que eles tenham que sair em sua defesa. A praxe serve para que os caloiros sejam capazes de se desenvencilhar das mais diversas situações. A praxe serve para criar ratos. E, digo ratos no sentido de esperteza. Sabem, senhores, por mais que a escola nos ensine - e, ensina, com toda a certeza -, nada nos prepara melhor do que a escola da vida. E, veja lá que, a essa, nem sequer é preciso pagar propinas.
Nota final para descansar os pais mais preocupados: Ando na vida académica há 5 anos - não são meia dúzia de meses - e, NUNCA mas NUNCA ninguém me obrigou - ou eu obriguei enquanto praxista - ninguém a fumar ou a beber. Posso até garantir-lhes que não fumo e praticamente não bebo. E, sabem porquê? Porque nunca me deixei levar por isso. Sabem porquê? Porque tenho as minhas convicções. Mas, isso, não se aprende na praxe. Revejam-se os valores familiares.
Então, os senhores nunca foram praxados? Nunca sentiram na pele o escorrer do suor dum final de dia de praxe? Não me digam que nunca lhe deram um berro... Pois, grande sorte que tiveram! Menos sorte tive eu... E, era bem pequena. Foi a minha mãe. Não! Foi o meu pai. Bem, para dizer a verdade, não me lembro bem. Ralhavam comigo só porque fazia asneiras ou só porque não lhes obedecia. Pais maus, os meus!
Mais lhes digo, malditas as flexões que fiz durante as aulas de educação física! Então não é que, as danadas, me ajudaram a fazer todas as que os meus doutores me mandaram fazer durante as praxes... Malditas! Malditas! Malditas! Não sei se sou a mesma depois disso...
Para que raio servem as praxes? Sim, senhores, para que raio servem as praxes? Tortura pura! Tortura imposta por uns quantos energúmenos que, só por terem mais matrículas do que os caloiros se acham superiores. Malvados! Só porque têm mais experiência, mais sabedoria, melhor conhecimento acerca das pedras desse caminho, a que se dá o nome de percurso académico, acham-se superiores... Malvados! Pois é, constou-me que, esses animais que andam por aí a praxar são capazes de coisas como colocar os caloiros em fila, dar-lhes a perceber que a vida é feita de hierarquias que às vezes os obrigam a engolir sapos, calar, olhar para o chão e não ter possibilidade de sair quando, na verdade, seria essa a sua vontade. Então, e quando os colocam a cantar em coro o hino de curso? Conseguem ser tão chatos que, mesmo quando já os caloiros o sabem de cor e salteado, são capazes de os obrigar a treinar outra vez. Estava a ver se me ocorria o nome a que se chama isso... Já sei! Persistência e perfecionismo. Malvados! Isso não se ensina a ninguém...
Continuo sem perceber para que servem as praxes... Os caloiros nem sequer se podem rir. Vá, se calhar podem. Riem-se e, lá são outra vez repreendidos. Eu, que sou eu, acho bem! É para aprenderem que, quando o assunto é sério, não se brinca. E, sejamos francos, o estudo é um caso sério. Para dizer a verdade, e aqui que ninguém nos ouve, o que mais falta neste país são pessoas assim. Pessoas incapazes de perceber que há situações na vida com as quais não se deve brincar, nem mesmo quando se está a brincar. Até para brincar, às vezes, é preciso ser-se sério.
O que os praxistas, no fundo, tentam retratar é o mundo cão que está para lá dos limites da nossa tão estimada academia. E, acautelem-se, senhores, porque dias piores virão e, não falo de praxes. Falo-lhe do estado da economia mundial. Isto está negro. Tão negro quanto as capas que trajam os alunos universitários. Esses alunos, digo, animais, que pagam propinas a cada ano que passa.
Temos que ser duros, senhores! Temos que ser duros... Digam-me, sinceramente, quem vai preparar estes jovens para os tempos que se avizinham? Os professores? Os pais, que teimam em levantar as suas vozes contra esses animais que praxam os seus filhos? Afinal, quem vai preparar os jovens para não caírem em estado depressivo de cada vez que lhe forem fechadas portas? Quem os prepara para a falta de auto-estima, de que vão sofrer, quando se aperceberem que um novo tipo de escravidão está por aí a instalar-se? Digam-me senhores!
Está na praxe quem quer. Ninguém é obrigado a estar na praxe. Mas, também lhe digo, só saberá o quão interessante é passar por essa experiência quem, de facto, por ela passar.
Antes de terminar, senhores, deixem-me dizer-lhe o que eu apreendi. Praxe é uma forma de criar laços e de integração - que, quer se queira quer não, em cursos com elevado número de alunos a cada ano - ou vagas -, adicionando todos os outros que estão dispersos pelos anos seguintes, é complicado. Na praxe aprende-se a não desistir à primeira dificuldade, aprende-se a ser persistente, aprende-se a ser assertivo, aprende-se a cooperar, aprende-se a respeitar, aprende-se um conjunto de coisas que só com o decorrer de uma vida teríamos possibilidade de aprender, caso não passássemos por esta etapa. Praxistas há que, fazem questão de que os caloiros se dediquem a relembrar conceitos que, até então estavam guardados no baú de memórias que, lhes serão necessários no decorrer dos seus percursos académicos. Mas, mais do que tudo, a praxe serve para aprender a errar. E, com os erros aprende-se muito, meus senhores.
A praxe serve para que os pais aprendam que os seus filhos já têm idade para levar pancada da vida, sem que eles tenham que sair em sua defesa. A praxe serve para que os caloiros sejam capazes de se desenvencilhar das mais diversas situações. A praxe serve para criar ratos. E, digo ratos no sentido de esperteza. Sabem, senhores, por mais que a escola nos ensine - e, ensina, com toda a certeza -, nada nos prepara melhor do que a escola da vida. E, veja lá que, a essa, nem sequer é preciso pagar propinas.
Nota final para descansar os pais mais preocupados: Ando na vida académica há 5 anos - não são meia dúzia de meses - e, NUNCA mas NUNCA ninguém me obrigou - ou eu obriguei enquanto praxista - ninguém a fumar ou a beber. Posso até garantir-lhes que não fumo e praticamente não bebo. E, sabem porquê? Porque nunca me deixei levar por isso. Sabem porquê? Porque tenho as minhas convicções. Mas, isso, não se aprende na praxe. Revejam-se os valores familiares.
#instagramer || 7 || - Viva la vida
Foto tirada bem no centro do Porto, mais precisamente na Rua de Stª Catarina.
Não sei se tem percebido mas nesta "rubrica" das fotos tento sempre associar um nome de uma música ao titulo da publicação consoante a fotografia que partilho, tento encontrar uma música que de certa foma traduza a fotografia, e para mim a música que combina com esta captura é mesmo a Viva la Vida dos Coldplay, porque o ambiente neste dia, neste sitio era tão bom, tão cheio de vida, de gente feliz.
Porque a fotografia também é isso, para além de paisagens bonitas, pessoas fotogénicas, e boas capturas, são recordações de momentos, sons, cheiros, pessoas.
P.S: Esta foto é da minha autoria, retirada da minha conta pessoal do Instagram. Não utilizar sem pedir a devida autorização.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Viciada em séries #3 - Narcos
Não conhecem esta série? Então parem já o que estão a fazer e vão ver!
Esta série é..... (inspira, expira), é.... nem consigo encontrar palavras. BRUTAL.
Pablo Escobar, conhecem? O maior narcotraficante já visto. Esta série é precisamente sobre ele. Ou melhor sobre a caça a ele.
Eu sou sincera, sabia quem era Pablo Escobar, mas não sabia nem metade da sua história. O bom desta série é que é baseada em factos reais, claro que não é exactamente fidedigna à realidade, mas a maior parte são de facto situações que realmente aconteceram, e podemos ver isso porque durante o desenrolar da série várias vezes são passadas fotografias, e noticiários da altura em que os acontecimentos se deram.
Não preciso de estar a escrever uma sinopse, esta série é sobre Pablo Escobar. E o resto vejam porque vão ficar boquiabertos.
Personagens favoritas:
Vou-vos confessar, o actor que interpreta o papel de Pablo Escobar (Wagner Moura), que por acaso é brasileiro, interpreta um papel digno de um Oscar, ele é incrível. Mas confesso que tenho um fraquinho pelo policia Steve Murphy, não tanto pela sua personagem, mas mesmo pelo o actor que o interpreta (Boyd Holdbrook). E depois claro, Pedro Pascal já conhecido de outras andanças (Game Of Thrones), que interpreta o papel de Javier Pena na perfeição.
Não vou ser spoiler, vou só informar que a série tem 2 temporadas concluídas e já foi renovada para mais duas temporadas.
Sinceramente não consigo apontar aspectos negativos à série. Vejam!
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Caracol em dieta #1
Para mim Setembro é um mês de recomeços, tal como Janeiro. Basicamente temos dois meses por ano para dar aquela velha desculpa do "agora é que vai ser, vou acordar cedo, fazer exercício, comer melhor, estudar mais, ser mais cuidadoso com as palavras que digo, não gastar tanto dinheiro, bla bla bla" .
E continuamos a fazer isto, ano após ano, todos os anos, algumas pessoas (eu!!!), duas vezes por ano.
Há um mes atrás fiz este post , falei do quão mal me sentia comigo mesma e com o meu corpo, um dia antes do meu aniversário tive um colapso nervoso, uma chapada de realidade e decidi que não podia continuar assim. Mas como sou fraca adiei mais uns dias o inicio do meu novo começo, adiei, adiei, até que fiz um ultimato a mim mesma e a semana passada foi derradeira.
Marquei uma consulta num nutricionista, perdi o amor ao dinheiro e decidi que precisava de ajuda, e preciso!
Já perdi a conta à quantidade de vezes que tentei fazer dieta, sei que acabei sempre por desistir, aliás, se virem as minhas publicações mais antigas no blog tenho imensas sobra a minha ultima dieta que eventualmente ficou esquecida na minha preguiça. Mas desta vez... desta vez não posso continuar assim, para além de me sentir mal socialmente, sinto que a minha saúde está a ficar cada vez mais afectada.
Sempre tive vergonha de dizer o meu peso, e nestes últimos meses o meu peso aumentou drasticamente, mas sinto que se partilhar aqui os meus medos e inseguranças sobre este assunto, e sobre esta luta que estou a ter sinto que posso ter mais opiniões, mais força e mais alegria para continuar esta longa caminha para um peso saudável.
Mas aqui vai:
A caracol mede 163 cm e pesava: 82,6 Kg no dia em que começou a luta: 19 de Setembro.
Depois de uma semana de dieta, em que os primeiros dias foram muuuuito duros, mas estes últimos já se aguentaram bastante bem eis a minha evolução:
E continuamos a fazer isto, ano após ano, todos os anos, algumas pessoas (eu!!!), duas vezes por ano.
Há um mes atrás fiz este post , falei do quão mal me sentia comigo mesma e com o meu corpo, um dia antes do meu aniversário tive um colapso nervoso, uma chapada de realidade e decidi que não podia continuar assim. Mas como sou fraca adiei mais uns dias o inicio do meu novo começo, adiei, adiei, até que fiz um ultimato a mim mesma e a semana passada foi derradeira.
Marquei uma consulta num nutricionista, perdi o amor ao dinheiro e decidi que precisava de ajuda, e preciso!
Já perdi a conta à quantidade de vezes que tentei fazer dieta, sei que acabei sempre por desistir, aliás, se virem as minhas publicações mais antigas no blog tenho imensas sobra a minha ultima dieta que eventualmente ficou esquecida na minha preguiça. Mas desta vez... desta vez não posso continuar assim, para além de me sentir mal socialmente, sinto que a minha saúde está a ficar cada vez mais afectada.
Sempre tive vergonha de dizer o meu peso, e nestes últimos meses o meu peso aumentou drasticamente, mas sinto que se partilhar aqui os meus medos e inseguranças sobre este assunto, e sobre esta luta que estou a ter sinto que posso ter mais opiniões, mais força e mais alegria para continuar esta longa caminha para um peso saudável.
Mas aqui vai:
A caracol mede 163 cm e pesava: 82,6 Kg no dia em que começou a luta: 19 de Setembro.
Depois de uma semana de dieta, em que os primeiros dias foram muuuuito duros, mas estes últimos já se aguentaram bastante bem eis a minha evolução:
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
#instagramer || 6 || - I see the light
Desculpem a ausência. Tenho tido mil e uma coisas para fazer.
Tenho tentado organizar a minha vida, depois do estágio que me levou à exaustão tenho imensas coisas a que me quero dedicar. Uma dela é a fotografia.
Por isso trago-vos a minha mais recente captura.
Eu cá adorei esta foto.
P.S: Esta foto é da minha autoria, retirada da minha conta pessoal do Instagram. Não utilizar sem pedir a devida autorização.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










