terça-feira, 4 de outubro de 2016

O que é que (não) sentes? Borboletas

Há muito tempo que não as sinto. Tenho saudades das borboletas, mas elas há já muito que não me visitam.
Não tenho medo nem complexos de estar solteira.
O meu maior medo é só um: Nunca mais voltar a sentir as borboletas, aquele irrevogável e ardente amor, aquela dorzinha no peito quando suspiramos.
Sinto que cada vez me fecho mais e que nunca mais serei capaz de amar.
Já amei, uma vez, quando ainda tinha a inocência de um coração inquebrável, amei de uma forma tão intensa que quase sentia o peito rasgar. Foi só uma vez. Nunca mais consegui amar ninguém daquela maneira.
Tive algumas paixões, que não passaram disso, paixões, passageiras, fugazes.
Mas amar... nunca mais consegui. Muitas vezes pergunto-me se sou um bloco de gelo. Não sei.
Sei que ainda o amo, um amor diferente claro, um amor que está bem resolvido e guardado num cantinho do meu coração, amo-o só pelo simples facto de ter sido a única pessoa que me fez amar. Foi o meu primeiro amor, e o primeiro nunca se esquece não é verdade?

Mas as borboletas... Ai as borboletas... Tenho saudades delas.



sábado, 1 de outubro de 2016

#instagramer || 8 || - See you again


Acima destas flores tem a seguinte frase: Os 10 mandamentos do lar.

- Comprensão
- Carinho
- Amizade 
- Fé
- Amor
- Fidelidade
- Harmonia 
- Diálogo
- Respeito 
- Dedicação

Porque é que escolhi esta musica para ser o titulo desta publicação? Porque tem um parte da letra que me toca sempre. 

How could we not talk about family
When family's is all that we got?   


P.S: Esta foto é da minha autoria, retirada da minha conta pessoal do Instagram. Não utilizar sem pedir a devida autorização.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

A minha opinião sobre a praxe

Este é um texto bastante irónico, mas que retrata a minha opinião sobre a praxe. É longo, mas acho que vale a pena.

Então, os senhores nunca foram praxados? Nunca sentiram na pele o escorrer do suor dum final de dia de praxe? Não me digam que nunca lhe deram um berro... Pois, grande sorte que tiveram! Menos sorte tive eu... E, era bem pequena. Foi a minha mãe. Não! Foi o meu pai. Bem, para dizer a verdade, não me lembro bem. Ralhavam comigo só porque fazia asneiras ou só porque não lhes obedecia. Pais maus, os meus!

Mais lhes digo, malditas as flexões que fiz durante as aulas de educação física! Então não é que, as danadas, me ajudaram a fazer todas as que os meus doutores me mandaram fazer durante as praxes... Malditas! Malditas! Malditas! Não sei se sou a mesma depois disso...


Para que raio servem as praxes? Sim, senhores, para que raio servem as praxes? Tortura pura! Tortura imposta por uns quantos energúmenos que, só por terem mais matrículas do que os caloiros se acham superiores. Malvados! Só porque têm mais experiência, mais sabedoria, melhor conhecimento acerca das pedras desse caminho, a que se dá o nome de percurso académico, acham-se superiores... Malvados! Pois é, constou-me que, esses animais que andam por aí a praxar são capazes de coisas como colocar os caloiros em fila, dar-lhes a perceber que a vida é feita de hierarquias que às vezes os obrigam a engolir sapos, calar, olhar para o chão e não ter possibilidade de sair quando, na verdade, seria essa a sua vontade. Então, e quando os colocam a cantar em coro o hino de curso? Conseguem ser tão chatos que, mesmo quando já os caloiros o sabem de cor e salteado, são capazes de os obrigar a treinar outra vez. Estava a ver se me ocorria o nome a que se chama isso... Já sei! Persistência e perfecionismo. Malvados! Isso não se ensina a ninguém...


Continuo sem perceber para que servem as praxes... Os caloiros nem sequer se podem rir. Vá, se calhar podem. Riem-se e, lá são outra vez repreendidos. Eu, que sou eu, acho bem! É para aprenderem que, quando o assunto é sério, não se brinca. E, sejamos francos, o estudo é um caso sério. Para dizer a verdade, e aqui que ninguém nos ouve, o que mais falta neste país são pessoas assim. Pessoas incapazes de perceber que há situações na vida com as quais não se deve brincar, nem mesmo quando se está a brincar. Até para brincar, às vezes, é preciso ser-se sério.

O que os praxistas, no fundo, tentam retratar é o mundo cão que está para lá dos limites da nossa tão estimada academia. E, acautelem-se, senhores, porque dias piores virão e, não falo de praxes. Falo-lhe do estado da economia mundial. Isto está negro. Tão negro quanto as capas que trajam os alunos universitários. Esses alunos, digo, animais, que pagam propinas a cada ano que passa.
Temos que ser duros, senhores! Temos que ser duros... Digam-me, sinceramente, quem vai preparar estes jovens para os tempos que se avizinham? Os professores? Os pais, que teimam em levantar as suas vozes contra esses animais que praxam os seus filhos? Afinal, quem vai preparar os jovens para não caírem em estado depressivo de cada vez que lhe forem fechadas portas? Quem os prepara para a falta de auto-estima, de que vão sofrer, quando se aperceberem que um novo tipo de escravidão está por aí a instalar-se? Digam-me senhores!


Está na praxe quem quer. Ninguém é obrigado a estar na praxe. Mas, também lhe digo, só saberá o quão interessante é passar por essa experiência quem, de facto, por ela passar.
Antes de terminar, senhores, deixem-me dizer-lhe o que eu apreendi. Praxe é uma forma de criar laços e de integração - que, quer se queira quer não, em cursos com elevado número de alunos a cada ano - ou vagas -, adicionando todos os outros que estão dispersos pelos anos seguintes, é complicado. Na praxe aprende-se a não desistir à primeira dificuldade, aprende-se a ser persistente, aprende-se a ser assertivo, aprende-se a cooperar, aprende-se a respeitar, aprende-se um conjunto de coisas que só com o decorrer de uma vida teríamos possibilidade de aprender, caso não passássemos por esta etapa. Praxistas há que, fazem questão de que os caloiros se dediquem a relembrar conceitos que, até então estavam guardados no baú de memórias que, lhes serão necessários no decorrer dos seus percursos académicos. Mas, mais do que tudo, a praxe serve para aprender a errar. E, com os erros aprende-se muito, meus senhores.


A praxe serve para que os pais aprendam que os seus filhos já têm idade para levar pancada da vida, sem que eles tenham que sair em sua defesa. A praxe serve para que os caloiros sejam capazes de se desenvencilhar das mais diversas situações. A praxe serve para criar ratos. E, digo ratos no sentido de esperteza. Sabem, senhores, por mais que a escola nos ensine - e, ensina, com toda a certeza -, nada nos prepara melhor do que a escola da vida. E, veja lá que, a essa, nem sequer é preciso pagar propinas.


Nota final para descansar os pais mais preocupados: Ando na vida académica há 5 anos - não são meia dúzia de meses - e, NUNCA mas NUNCA ninguém me obrigou - ou eu obriguei enquanto praxista - ninguém a fumar ou a beber. Posso até garantir-lhes que não fumo e praticamente não bebo. E, sabem porquê? Porque nunca me deixei levar por isso. Sabem porquê? Porque tenho as minhas convicções. Mas, isso, não se aprende na praxe. Revejam-se os valores familiares.

#instagramer || 7 || - Viva la vida

Foto tirada bem no centro do Porto, mais precisamente na Rua de Stª Catarina. 
Não sei se tem percebido mas nesta "rubrica" das fotos tento sempre associar um nome de uma música ao titulo da publicação consoante a fotografia que partilho, tento encontrar uma música que de certa foma traduza a fotografia, e para mim a música que combina com esta captura é mesmo a Viva la Vida dos Coldplay, porque o ambiente neste dia, neste sitio era tão bom, tão cheio de vida, de gente feliz. 
Porque a fotografia também é isso, para além de paisagens bonitas, pessoas fotogénicas, e boas capturas, são recordações de momentos, sons, cheiros, pessoas. 






P.S: Esta foto é da minha autoria, retirada da minha conta pessoal do Instagram. Não utilizar sem pedir a devida autorização.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Viciada em séries #3 - Narcos





Não conhecem esta série? Então parem já o que estão a fazer e vão ver! 
Esta série é..... (inspira, expira), é.... nem consigo encontrar palavras. BRUTAL. 
Pablo Escobar, conhecem? O maior narcotraficante já visto. Esta série é precisamente sobre ele. Ou melhor sobre a caça a ele.
Eu sou sincera, sabia quem era Pablo Escobar, mas não sabia nem metade da sua história. O bom desta série é que é baseada em factos reais, claro que não é exactamente fidedigna à realidade, mas a maior parte são de facto situações que realmente aconteceram, e podemos ver isso porque durante o desenrolar da série várias vezes são passadas fotografias, e noticiários da altura em que os acontecimentos se deram. 
Não preciso de estar a escrever uma sinopse, esta série é sobre Pablo Escobar. E o resto vejam porque vão ficar boquiabertos.   

Personagens favoritas:



Vou-vos confessar, o actor que interpreta o papel de Pablo Escobar (Wagner Moura), que por acaso é brasileiro, interpreta um papel digno de um Oscar, ele é incrível. Mas confesso que tenho um fraquinho pelo policia Steve Murphy, não tanto pela sua personagem, mas mesmo pelo o actor que o interpreta  (Boyd Holdbrook). E depois claro, Pedro Pascal já conhecido de outras andanças (Game Of Thrones), que interpreta o papel de Javier Pena na perfeição.

Não vou ser spoiler, vou só informar que a série tem 2 temporadas concluídas e já foi renovada para mais duas temporadas.

Sinceramente não consigo apontar aspectos negativos à série. Vejam!


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Caracol em dieta #1

Para mim Setembro é um mês de recomeços, tal como Janeiro. Basicamente temos dois meses por ano para dar aquela velha desculpa do "agora é que vai ser, vou acordar cedo, fazer exercício, comer melhor, estudar mais, ser mais cuidadoso com as palavras que digo, não gastar tanto dinheiro, bla bla bla" .
E continuamos a fazer isto, ano após ano, todos os anos, algumas pessoas (eu!!!), duas vezes por ano.
Há um mes atrás fiz este post , falei do quão mal me sentia comigo mesma e com o meu corpo, um dia antes do meu aniversário tive um colapso nervoso, uma chapada de realidade e decidi que não podia continuar assim. Mas como sou fraca adiei mais uns dias o inicio do meu novo começo, adiei, adiei, até que fiz um ultimato a mim mesma e a semana passada foi derradeira.
Marquei uma consulta num nutricionista, perdi o amor ao dinheiro e decidi que precisava de ajuda, e preciso!
Já perdi a conta à quantidade de vezes que tentei fazer dieta, sei que acabei sempre por desistir, aliás, se virem as minhas publicações mais antigas no blog tenho imensas sobra a minha ultima dieta que eventualmente ficou esquecida na minha preguiça. Mas desta vez... desta vez não posso continuar assim, para além de me sentir mal socialmente, sinto que a minha saúde está a ficar cada vez mais afectada.
Sempre tive vergonha de dizer o meu peso, e nestes últimos meses o meu peso aumentou drasticamente, mas sinto que se partilhar aqui os meus medos e inseguranças sobre este assunto, e sobre esta luta que estou a ter sinto que posso ter mais opiniões, mais força e mais alegria para continuar esta longa caminha para um peso saudável.

Mas aqui vai:

A caracol mede 163 cm e pesava: 82,6 Kg no dia em que começou a luta: 19 de Setembro.

Depois de uma semana de dieta, em que os primeiros dias foram muuuuito duros, mas estes últimos já se aguentaram bastante bem eis a minha evolução:






sexta-feira, 23 de setembro de 2016

#instagramer || 6 || - I see the light


Desculpem a ausência. Tenho tido mil e uma coisas para fazer. 
Tenho tentado organizar a minha vida, depois do estágio que me levou à exaustão tenho imensas coisas a que me quero dedicar. Uma dela é a fotografia. 
Por isso trago-vos a minha mais recente captura. 
Eu cá adorei esta foto. 


P.S: Esta foto é da minha autoria, retirada da minha conta pessoal do Instagram. Não utilizar sem pedir a devida autorização.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Diário de uma estagiária #7 - E chega ao fim...

Ontem fizeram-me finalmente "A Proposta". Percebi o porquê da demora.
"A Proposta" era tão boa que dava vontade de chorar. Estou a referi-la assim, entre aspas e tudo porque de facto para mim aquilo nem sequer pode ser considerada uma proposta.
A curto prazo era terrível, a longo prazo era capaz de se tornar muito boa.
Fiquei muito contente por terem gostado do meu trabalho, fiquei contente por me quererem ter aqui a trabalhar, mas tal como hoje lhes disse agora não é o momento. Disse-lhes que esperava poder colaborar com eles no futuro quando tivesse o meu curso acabado e tudo mais, e eles mostraram-se disponiveis.
Hoje é o meu ultimo dia. Vamos ver como corre.


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Tenho de ser paciente.

Alguns vão ficar impressionados, outros simplesmente não sabem, nem se importam, e muitos vão ficar á espera que eu faça muito mais. Tenho de ser paciente. 
Dou constantemente palmadinhas nas minhas costas por aquilo que faço, e continuo a subir a montanha. 
Vou descobrir que nunca se está completamente lá, só quando o trabalho está realizado e posso descansar por breves instantes a vida proporcionará um novo desafio. Muitos são uma porcaria, alguns valem a pena, mas é assim que são as coisas. 
Tenho de enfrentar os desafios e resolver os problemas. Descobri ferramentas maravilhosas dentro de mim para o fazer. Vou continuar a usá-las, não paro, vou em frente. Estou no caminho certo. 



terça-feira, 6 de setembro de 2016

Diário de uma estagiária #6

Preciso de opiniões.
Eu sou novata nestas andanças, nunca trabalhei oficialmente para alguém, não sei como funcionam as burocracias de pagamentos e descontos e contractos de trabalho ou recibos verdes.
As únicas vezes que trabalhei foi para a empresa do meu pai e nunca precisei de me preocupar com este tipo de coisas.
Mas, penso que quando vamos a uma entrevista de trabalho, e a empresa nos faz a proposta para ficar lá a trabalhar há certos assuntos que são obviamente abordados.
Nomeadamente: O salário, o tipo de contrato e a duração prevista para tal, para além claro das funções, condições de trabalho, horário e etc.
Pois, tal como vos disse a empresa onde estou a estagiar fez-me uma proposta de trabalho. Quer dizer, nem sei se foi bem uma proposta.
Na sexta-feira o engenheiro teve uma reunião comigo e disse-me que estava a gostar muito do meu trabalho bla bla e que gostava muito que eu continuasse com eles na empresa. Tudo bem, na altura disse-lhes que tinha o meu curso pendente e a minha tese e que tinha medo de não conseguir fazer tudo ao mesmo tempo para além claro de estar deslocada da minha cidade, mas disse que ia pensar.
Nesta pequena reunião, todos os pontos que referi acima (salário, condições de trabalho, horário, tipo de contrato, etc.) não foram abordados.
Tudo bem, fui para o fim-de-semana a pensar na proposta mas pensei que não podia decidir nada enquanto não me explicacem estas coisas importantes e o que estavam dispostos a oferecer.
Os meus pais tem uma empresa de engenharia civil e já fizeram imensas entrevistas por isso aconselharam-me a não me preocupar muito pois a entidade empregadora iría introduzir estes temas, pois é o normal a ser feito.
Segunda-feira cheguei ao trabalho decidida a fazer algumas questões relativamente a esta situação.
Disse ao engenheiro que precisava de lhe colocar algumas questões relativamente a oferta de trabalho e comecei por perguntar quais seriam as minha funções na empresa e se estariam dispostos a ceder-me algumas tardes por mês para me dedicar a acabar o meu curso, e por fim, já que ele não desenvolvia assunto nenhum perguntei-lhe acerca da remuneração, a resposta dele? Foi a seguinte:
Eng - Não sei.
Caracol - pensando: Wtf???
Eng - Não sei porque ainda não me informaram sobre isso, pois estão à espera que a Caracol dê uma resposta. Mas sei que vai ser remunerada.
Caracol - Mas para mim é importate saber o que pretendem pagar e as condições de trabalho que vou ter para poder decidir se aceito ou não.
Eng - Pois... Posso tentar saber...

Agora digam-me se isto é normal.

Quer dizer primeiro digo que aceito e só depois me explicam as condições. LOL. Como disse, eu sou nova nisto, mas duvido muito que isto seja normal.

Mas digam-me lá se alguém já passou por uma situação destas. Como foi a vossa primeira proposta de trabalho?



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Diário de uma estagiária #5

Hoje fizeram-me oficialmente a proposta de trabalho para ficar aqui na empresa.
Mas o que é que eu faço à minha vida? O quê? Estou tão confusa.
Tenho medo de tudo.
Tenho medo porque finalmente percebi que a fase de estudante acabou.
Tenho medo porque não quero ficar para sempre a viver longe dos meus pais.
Tenho medo de falhar.
Tenho medo de não conseguir acabar o curso se me meter neste trabalho. Ainda tenho duas cadeiras para trás e preciso de escrever a dissertação. Onde vou arranjar tempo para isto tudo?
Tenho medo de tudo e de nada.
As coisas eram tão mais fáceis há 5 anos atrás. Este mundo dos adultos assusta-me cada vez mais.
Estou em pânico.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Viciada em séries #2 - How to get away with murder

A série que vos venho falar hoje, foi uma série em que eu vi a 1º temporada numa noite. Sim. Numa Noite.




A primeira temporada é completamente viciante e vocês simplesmente não descansam enquanto não perceberem o que se está a passar.
Esta série é uma série de hiper mega suspense.
How to Get Away with Murder é um eletrizante thriller de suspense, da produtora Shonda Rhimes (de Grey's Anatomy que também vai fazer parte desta rubrica óbvio!), sobre um grupo de ambiciosos estudantes de Direito e a sua brilhante e misteriosa professora de defesa criminal, que se vê envolvida num caso de assassinato que vai agitar toda a universidade e mudar o curso das suas vidas.
Pessoa!!! Esta série está brutal, apesar de eu achar que a primeira temporada está melhorzinha que a segunda, eu simplesmente adoro. Para os interessados a terceira temporada sai dia 23 de Setembro nos Estados Unidos.

Personagem favorita: Esta deve ser das poucas séries que não consigo ter uma personagem favorita, não consigo mesmo escolher um favorito destes 9 personagens. 



A única coisa menos boa? Acho que é mesmo o nome, podia ser um pouco mais curto ou mais fácil / apelativo de dizer.

Vêem a série? O que é que vocês acham?



quarta-feira, 31 de agosto de 2016

#instagramer || 5 || - Stairway to heaven

Foto tirada no sitio da minha infância, a minha pequena aldeia, o meu reino maravilhoso. Não há nada mais genuíno e nada mais nosso do que as nossas raízes.
Quando era mais nova ia praticamente todos os dias passear por montes e vales, e este sitio era um dos que visitava e ainda visito regularmente. Percebem o porquê, certo? 

Stairway to heaven 




P.S: Esta foto é da minha autoria, retirada da minha conta pessoal do Instagram. Não utilizar sem pedir a devida autorização.

domingo, 28 de agosto de 2016

Diário de uma solteira #11 - Karma is a bitch!

Este poderia bem ser um post para vos falar de como o karma é fodido, e uma ex paixão minha arrependeu-se e finalmente percebeu que eu é que era a pessoa certa. Mas não é.
Quer dizer, é mais ou menos, mas ao contrário. Então é o seguinte:

Hoje fui a um casamento. Eu sou lamechas e romântica e nos casamentos fico sempre mais sentimental e emocionada e acho sempre que nunca terei o meu próprio casamento. Enfim. 
Apesar de não ser um casamento de um familiar meu, ou amigo próximo (era de um trabalhador da empresa do meu pai), tive a sorte de ser de um dos tios da minha melhor amiga de infância e do seu irmão, e por isso mesmo não me senti perdida e tive sempre a companhia da minha amiga. 
Eu sabia que um ex-namorado meu (aka bad boy) estava no casamento, já que também é sobrinho do noivo, não sabia era que ia ter que interagir tanto com ele. 
Quando eu e a minha amiga chegamos à nossa mesa já só sobravam três lugares. Eu e a minha amiga sentamo-nos, e sinceramente pensei que o lugar que estava ao meu lado esquerdo estivesse a mais porque não vi mais nenhum nome na lista de mesas para aquela mesa. Estava eu descansada da vida quando o vejo a sentar-se mesmo ao meu lado. E ali estava ele, lindo, tranquilo, sereno, bem educado, lindo, já disse lindo? E eu ali estava, gorda e feia. 
A relação que tive com o bad boy, foi a única, ÚNICA, na minha vida em que fui eu que fodi tudo, fui eu que acabei a relação, fui eu que o ignorei durante um ano depois da nossa relação ter acabado em que ele todas as semanas me pedia desculpa e pedia para voltar para ele, fui eu que nunca mais falei para ele, fui eu que fui brusca e fria, fui eu que fui uma merda. Mas tudo bem, o tempo passou e aparentemente eu esqueci-o depressa. 

A nossa vida tomou rumos diferentes e ambos tivemos relações muito mais sérias depois da nossa. Mas acho que praticamente nunca mais voltamos a falar normalmente. E percebo porquê. Eu sei que o magoei muito. 
O bad boy não tem nada a haver comigo, eu sou a filha dos papás que foi para outra cidade estudar engenharia, ele é o rapaz que decidiu desperdiçar a sua inteligência e não quis ir para a faculdade, amante do alcool e de tudo o que é perigoso, amante de saídas à noite e principalmente de más companhias que o influenciam. Pelo menos ele era assim. 

Mas o karma, ah esse filho da mãe! Hoje sentou-o ao meu lado num casamento, hoje que ele está tão diferente, mais maduro, mais crescido e mais giro. Já disse que ele estava lindo? Porra. 

Trocamos meia-dúzia de palavras, encarregou-se de manter o meu copo sempre cheio de vinho branco. E mais nada. Sempre que podia fugia de mim, ia lá para fora ou para outra mesa, e eu seguia-o sempre com os olhos. 

Hoje o karma sentou-o ao meu lado num casamento, e eu arrenpendi-me de tudo o que lhe fiz.
Obrigado karma, lição aprendida. Bem feita!


p.s: Agora vou só ali cuscar o facebook dele. 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Diário de uma estagiária #4

Novo ataque de ansiedade e choro.
Mal eu sabia que eles hoje me iam propor para ficar na empresa depois de acabar o meu estágio.
Ainda não tinha recuperado do ataque de ansiedade anterior e logo me dizem isto.
Estou que nem uma barata tonta.